Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,41 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,60 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,45 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,26 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,59 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,16 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,11 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 7,93 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,00 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 121,70 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 123,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 135,39 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 137,64 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 128,91 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,28 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.171,48 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.045,71 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 144,91 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 120,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 123,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,43 / cx

Economia

Suinocultor tem prejuízo no MT

<p>Diferença entre o custo para produzir um quilo de carne e o valor pago ao criador tem diferença de 19%. Acrismat quer fomentar consumo de carne suína.</p>

A suinocultura de Mato Grosso acumula um prejuízo de 19,04%. O percentual se refere à diferença entre o custo para produzir um quilo de carne, que é de R$ 2,10 e o valor pago ao criador por este mesmo quilo, que é de R$ 1,70. E como se não bastasse, os preços ao consumidor final não acompanham esta tendência, o que faz com que o setor não tenha alternativas para recuperar o déficit. A saída mais viável, a curto prazo, seria aumentar o consumo, decorrente do barateamento no preço da carne.

O presidente da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), Luiz Antônio Ortolan Salles, afirma que o suinocultor está passando por uma grave crise e não vê perspectivas de melhoras que não sejam em consequência do fomento ao consumo. Ele conta que a situação foi ainda mais agravada com a pandemia da Influenza A H1N1, chamada também de gripe suína, que retraiu o consumo. “A falta de informação e a forma como foi divulgada a ocorrência da gripe fez com que muitas pessoas deixassem de consumir carne suína, causando mais apreensão ao setor produtivo”.

Para tentar minimizar os efeitos da crise, o presidente diz que a tendência é o abate de matrizes, assim como ocorreu com a pecuária, associado ao abate precoce dos animais. “Se antes o animal era abatido com uma média de 110 kg, agora ele está sendo enviado ao frigorífico com peso entre 95 e 100 kg”. Porém, mesmo com o cenário desfavorável, a entidade promoverá cursos de aperfeiçoamento na criação de suínos e também de tratamento de dejetos, que estão agendados para o mês de outubro. Os treinamentos ocorrerão em Lucas do Rio Verde e Várzea Grande e têm o objetivo de otimizar a suinocultura.