Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,41 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,60 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,45 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,26 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,59 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,16 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,11 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 7,93 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,00 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 121,70 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 123,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 135,39 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 137,64 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 128,91 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,28 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.171,48 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.045,71 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 144,91 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 120,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 123,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,43 / cx

Mercado Interno

Suíno "na moda"

Consumo interno de carne suína está em alta, favorecendo, inclusive, exportadores. "O setor está bem", diz Camargo Neto.

Suíno "na moda"

O preço médio da carne suína subiu 23% nos sete primeiros meses deste ano no mercado externo. O Brasil não aproveita, no entanto, muito essa aceleração. Isso porque o volume das exportações está em queda.

O preço médio da tonelada de carne suína foi a US$ 2.455 (R$ 4.301) nos sete primeiros meses deste ano, enquanto as exportações recuaram para 313,5 mil toneladas no período -queda de 8,5%, segundo dados da Secex.

Um dos motivos desse cenário é que a crise europeia provocou desvalorização do euro e tornou a carne suína da região mais barata para os russos, que são os principais importadores do Brasil.

Os europeus passam a concorrer com o Brasil no momento em que o real está valorizado e torna o produto menos competitivo.

Já os brasileiros, para ganhar mais mercado externo, deveriam baixar os preços da carne, o que não compensa porque internamente o consumo está aquecido e remunera bem.

Na avaliação de Pedro Camargo Neto, presidente da Abipecs (Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora), não há uma pressão para exportar mais neste momento.

“O mercado interno cresce, os estoques estão ajustados e o ciclo de produção de carne suína é longo”, diz ele. “O setor está bem”, conclui.

Camargo Neto adverte, no entanto, que os custos atuais ajustados, devido aos preços baixos do milho, podem subir. A aceleração dos preços externos do trigo está empurrando para cima as demais commodities agrícolas, entre elas o milho.