Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,41 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,60 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,45 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,26 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,59 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,16 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,11 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 7,93 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,00 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 121,70 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 123,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 135,39 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 137,64 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 128,91 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,28 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.171,48 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.045,71 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 144,91 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 120,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 123,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,43 / cx

Carne Suína

Aumento do consumo interno da carne suína

Com a chegada do Natal e as festas de Final de Ano a carne suína ganha destaque nas prateleiras de supermercados e açougues de SC.

Aumento do consumo interno da carne suína

Com a chegada do Natal e as festas de Final de Ano a carne suína ganha destaque nas prateleiras de supermercados e açougues de Santa Catarina. Os cortes mais procurados ainda são o pernil e o lombo. A cabeça de suíno também está na lista dos prediletos em algumas regiões, tudo por que uma crença brasileira diz que colocando a cabeça dele com a fuça para frente na virada do ano é certeza de armários cheios o ano todo.

Para atrair ainda mais o paladar dos clientes, os estabelecimentos apostam em novidades como o pernil suíno na farofa e o lombo temperado. “As pessoas buscam praticidade. Os cortes específicos como a costela, bisteca e paleta suína costumam atrair bastante os consumidores tanto pela qualidade da carne, quanto pelo preço”, diz o supermercadista Juliano Zandonai.

Uma rede de supermercados de Concórdia no Oeste Catarinense, por exemplo, comercializa em média duas toneladas de carne suína por semana, em dezembro este número chega a aumentar 15%. “Sentimos uma diferença significativa na venda dos produtos e cortes a base da carne suína. Entramos em um mês favorável para todos os setores alimentícios e de bebidas. Os preços estão acessíveis aos consumidores, que costumeiramente, não deixam de apreciar a carne suína nas festas”, comenta o empresário e analista, Márcio Simioni.

Ainda de acordo com o empresário, o preço pago pelo quilo da carcaça em 2010 girava em torno de R$ 5,00 reais. Neste ano, o valor está oscilando entre R$ 4,40 e R$ 4,60 com tendência de aumento para os próximos dias. “Este acréscimo é natural nesta época do ano. Mas, mesmo com o aumento, os clientes não devem sentir impacto no bolso”, explica ele.

A dona de casa Edinéia Lurdes Vieira está enchendo o carrinho com produtos de final de ano, como o corte tradicional, lombo. “Todos os anos elaboro uma receita diferente, desta vez pretendo preparar o lombo com maça ao invés de abacaxi. O pernil também entra na lista, mas a compra será posterior”, conta Edinéia.

Segundo o presidente do Instituto Nacional da Carne Suína (INCS), Wolmir de Souza, as técnicas de corte, refrigeração e apresentação do produto estão evoluindo e por conseqüência atraindo os consumidores. “A carne suína é a mais consumida no mundo, já no Brasil os números aumentam a cada ano, devido ao empenho de toda a cadeia suinícola, que investe pesado em ações que visam à melhoria da qualidade da carne que chega até a mesa dos clientes”, finalizou Souza.