Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,22 / kg
Soja - Indicador PRR$ 119,83 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 124,76 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 11,11 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 7,37 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 7,26 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,99 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 7,02 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 7,12 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 122,43 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 122,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 137,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 137,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 128,31 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,09 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,16 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.176,36 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.057,34 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 140,41 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 121,91 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 121,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 129,98 / cx

Suínos: USDA estima aumento de 2% na produção brasileira em 2004

Já o consumo doméstico do país é classificado como estagnado.

Da Redação 19/11/2003 – 04h00 – A produção brasileira da carne suína é prevista aumentar em cerca de 2% em 2004, segundo novas projeções do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Os custos com alimentação, que normalmente respondem por cerca de 75% dos custos de produção, deverão sofrer apenas um incremento moderado, devido às projeções de produção de milho para 200/04.

Já o consumo doméstico do país é classificado pelo USDA como estagnado. Na região Sul, a população consome cerca de 18 kg per capita/ano, enquanto muitas áreas do Norte consomem cerca de 66% menos.

Segundo o órgão norte-americano, aproximadamente 70% do consumo brasileiro é de carne processada, que por ser mais cara deixa os preços em desvantagem em relação às carnes bovinas e de frango.

Desde 2000, indica o USDA, as exportações brasileiras do segmento cresceram 300%, ou cerca de 8% do total da produção. Baixos custos e preços competitivas de mercado favorecem as vendas externas do País, enfatiza o órgão, particularmente para a Rússia.

Para o USDA, o Brasil vem mostrando sua habilidade exportadora ao conseguir regionalizar o status sanitário do país, depois da detecção do mal de Aujeszky em várias áreas, mantendo mesmo assim suas vendas internacionais.

O USDA também enaltece a capacidade de exportação do Brasil para outras regiões, além da Rússia. Vale destacar que as vendas externas do País tiveram em outubro o maior desempenho mensal da história em divisas cambiais, que somaram US$ 64,872 milhões, valor 20% acima do registrado em outubro de 2002.

Os embarques no mês somaram 49.701 toneladas, o segundo melhor resultado do ano, apesar de representar queda de 14,5% na comparação com o mesmo mês do ano passado.

Um dos clientes em destaque é a Argentina, que entre janeiro e outubro deste ano compraram 245% a mais, com as aquisições passando de 9.120 toneladas em 2002, para 31.483 toneladas este ano, tudo em cortes. Em faturamento, os argentinos registraram um incremento de 293% no período, com a renda total das exportações passando de meros US$ 8,8 milhões, para expressivos US$ 34,54 milhões.

No caso de Hong-Kong, o terceiro maior mercado das exportações brasileiras de carne suína, o crescimento, no mesmo período foi de 16% em volume (48.384 toneladas) e de 13% em divisas (US$ 42,180 milhões).