Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,41 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,60 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,45 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,26 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,59 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,16 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,11 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 7,93 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,00 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 121,70 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 123,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 135,39 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 137,64 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 128,91 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,28 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.171,48 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.045,71 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 144,91 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 120,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 123,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,43 / cx

Mercado Interno

Brasil é o 2º maior consumidor de carne de frango do mundo

O frango é a proteína animal mais consumida pela população brasileira desde 2008.

Brasil é o 2º maior consumidor de carne de frango do mundo

O Brasil é o terceiro maior produtor mundial de carne de frango, o segundo maior consumidor e também o maior exportador do setor, mas ainda tem espaço para ampliar as negociações com outros países. A avaliação é do diretor executivo global de assuntos corporativos da BRF, Marcos Jank, durante palestra ministrada no II Encontro Tecnológico da Avicultura no MS, realizado nesta terça-feira (3), na sede da Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Sistema Famasul).

Segundo o palestrante a carne de frango é a proteína animal mais consumida pela população brasileira desde 2008 e, em pouco tempo, se tornará a carne mais consumida mundialmente. “Com o consumo per capita de 42 quilos ao ano, o mercado interno brasileiro absorve 70% da nossa produção”, destacou.

No cenário internacional a avicultura brasileira conquistou mercado diferenciado, países islâmicos, denominados mundo Halal, onde a produção de carne atende rigorosas exigências religiosas que vão da criação ao abate. “O Brasil é o maior exportador de frango Halal. Um mercado estratégico, formado por países que não consomem carne suína, incluindo a Arábia Saudita que importa cerca de 13% da carne de frango brasileira”, afirmou Jank.

O palestrante ressaltou que a tendência para o mercado avícola é positiva nos próximos anos. “A população e a renda per capita crescerão nos países emergentes, haverá uma urbanização ainda mais acelerada e há pouco países com recursos naturais, tecnologia, sanidade e disponibilidade de grãos para engrenar neste setor”.

Para manter a competitividade o especialista avalia que a cadeia produtiva enfrenta desafios como protecionismo político e problemas logísticos. “Não estamos realizando acordos bilaterais como deveríamos fazer. O setor precisa estar atento também às novas preocupações dos consumidores, ligadas ao bem-estar e à sustentabilidade”.

Durante a abertura do evento o presidente da Famasul, Eduardo Riedel, ressaltou o avanço da avicultura sul-mato-grossense nos últimos anos. “Este segmento está em constante crescimento e ao mesmo tempo que traz desafios, apresenta muitas oportunidades. Para um avanço ainda maior é necessária a harmonia entre os elos da cadeia produtiva, indústria e produtor, além de uma reorganização do setor “.

Além da palestra do Marcos Jank, o evento contou com a participação do professor da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Uberlândia, Paulo Lourenço da Silva, que falou da sanidade na avicultura de corte e do engenheiro agrônomo, Felipe Cordova da Rosa sobre a adequação aviária para a melhora da eficiência alimentar.
Avicultura de MS

As exportações de carne de frango ‘in natura’ de Mato Grosso do Sul aumentaram 33,3% no primeiro quadrimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Nos primeiros quatro meses deste ano, os embarques internacionais do Estado acumularam 52,4 mil toneladas, ocupando a 6ª posição no ranking nacional das vendas do setor.

A receita das vendas do período ficou em US$ 115,8 milhões, 22,8% acima do faturamento obtido no mesmo intervalo do ano passado, quando os embarques internacionais do setor renderam US$ 94,4 milhões. Os principais compradores foram a Arábia Saudita e o Japão, com participação de 33,2% e 17,4%, respectivamente.

Os abates de aves somaram no primeiro quadrimestre 51,2 milhões de unidades, com alta de 1,3% frente janeiro e abril de 2013, quando foram abatidas 50,6 milhões de aves.