Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,41 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,60 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,45 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,26 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,59 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,16 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,11 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 7,93 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,00 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 121,70 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 123,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 135,39 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 137,64 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 128,91 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,28 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.171,48 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.045,71 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 144,91 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 120,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 123,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,43 / cx

Mitos e verdades sobre o consumo de alimentos na China

<p>O ritmo no país é acelerado e a variedade de opções, além de curiosas, também surpreendem.</p>

Redação (26/09/06)- A primeira imagem que nos vem à cabeça, em se tratando de um país tão distante e cheio de tabus culturais como a China, é : qual o cardápio do dia-a-dia de sua população? O que será que os chineses comem?

Muitos ainda são os mitos de que na China se come “tudo o que se move” como besouros,  cobras,  escorpiões etc. De um lado esse quadro surgiu em parte por um passado de dificuldades e escassez de alimentos e, por outro, tem origem no aspecto cultural, em que comer cobras e escorpiões, por exemplo, teriam efeitos afrodisíacos.

Porém, tudo isso fica de lado quando vemos, no dia-a-dia, que os chineses têm pressa e tudo passa a ser resolvido de modo simples e rápido como uma simples ida a um supermercado, a um fast food, às feiras livres (de frutas, legumes e verduras) e outros tantos restaurantes e lanchonetes que têm no cardápio pato assado, bife acebolado, frango xadrez, ovos com tomate, lombo agridoce, peixes e camarões fritos, queijo tofu, sopas, macarrão tipo instantâneo etc.

Nos supermercados podemos ver a diversidade de cortes in natura de aves e suínos que chegam até a China e que dividem espaço com as carnes prontas assadas, fritas ou ao molho, como os famosos pés de galinha, que não podem faltar para os chineses.

Nas gôndolas frias a novidade fica por conta dos cortes resfriados de suíno “verde” em grande quantidade e nas prateleiras a curiosa e monástica venda de ovos embalados em uma unidade.

Existe ainda no interior do país a questão cultural do consumo de suínos abatidos no mesmo dia, mas até quando isso irá durar para alimentar tantas pessoas que migram do campo para a cidade (cujas distâncias são enormes)?

Tão importante quanto investigar os mitos sobre o consumo é estar preparado para as “muralhas” que são as barreiras sanitárias impostas para exportação. Fazendo isso e, se aperfeiçoando sempre em pesquisa e elevação do padrão de nossos cortes de aves e suínos, venceremos esta batalha cultural, seja pela qualidade seja pela credibilidade de nossos produtos “made in Brazil”.