Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,41 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,60 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,45 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,26 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,59 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,16 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,11 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 7,93 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,00 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 121,70 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 123,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 135,39 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 137,64 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 128,91 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,28 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.171,48 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.045,71 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 144,91 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 120,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 123,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,43 / cx

Alimentação

Carne de frango passa a ser a fonte de proteína mais consumida no Brasil

Pesquisa indicou que 67% dos brasileiros não compram carne bovina por causa do preço

Carne de frango passa a ser a fonte de proteína mais consumida no Brasil

Uma pesquisa feita pelo empresa Bare International aponta que 76% dos brasileiros tiveram que recorrer ao consumo de proteínas de menor valor em suas refeições. Enquanto o frango passou a ser a fonte de proteína mais consumida, a carne bovina não aparece mais na lista de compras de 67% dos entrevistados.

De acordo com o levantamento obtido pelo G1, depois do frango (57%), as fontes de proteína mais consumidas pelas pessoas que responderam à pesquisa são: ovo (19%), peixes, exceto salmão (15%), cortes menos nobres de boi (14%) e porco (6%).

O filé mignon é a proteína preferencial da lista de compras de apenas 1% dos entrevistados. Picanha e salmão registraram menos de 1% cada.

Uma pesquisa realizada em dezembro de 2021 pelo PoderData, mostrou que 27% dos brasileiros dizem ter passado fome ou comido menos durante a pandemia.

Desses, 6% disseram ter deixado de fazer refeições e 21% informaram que passaram a comer menos do que o de costume.

A pandemia de covid-19 acentuou a escalada de preço global.

No Brasil, segundo a empresa responsável pelo levantamento, a alta foi maior devido à desvalorização do real frente ao dólar, incertezas fiscais e crise no enfrentamento da pandemia. A pesquisa ouviu 1.053 brasileiros, de 19 a 74 anos, durante o mês de novembro.