
A matéria traz uma entrevista aprofundada com Elias José Zydek, presidente executivo da Frimesa, que detalha a nova fase de expansão da cooperativa em um cenário de transformação da cadeia de proteína animal. Custos mais voláteis, exigências crescentes de qualidade, sustentabilidade e rastreabilidade, além de um consumidor mais atento à origem dos alimentos, impulsionaram a companhia a rever sua estratégia e seu modelo de gestão.
Sob a liderança de Zydek, a Frimesa passou por uma reestruturação organizacional, com a criação de três grandes divisões — Administrativa-Financeira, Operações e Comercial — buscando maior agilidade nas decisões e alinhamento com o mercado. A abertura de um escritório corporativo em São Paulo marca a aproximação da marca dos principais centros de consumo e decisão do país, com a meta de ampliar significativamente a participação no mercado paulista até 2030.
A matéria também aborda os investimentos previstos pela cooperativa, que somam R$ 900 milhões até 2032, incluindo a modernização industrial e a ampliação da capacidade de abate para 23 mil suínos por dia. A estratégia envolve automação, controles de processos, práticas de sustentabilidade e gestão orientada por produtividade e visão de mercado, visando atender ao crescimento da produção dos cooperados e ampliar as exportações.
No campo comercial, o destaque é a diversificação de mercados internacionais e o fortalecimento da presença externa, que já responde por cerca de um quarto do faturamento da Frimesa. O cooperativismo aparece como pilar central desse movimento, integrando quase três mil produtores e cinco cooperativas filiadas, com impacto direto no desenvolvimento regional. Ao final, a matéria reforça o papel da Frimesa na consolidação da suinocultura brasileira como referência global em eficiência, governança e sustentabilidade.
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