Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 67,09 / kg
Soja - Indicador PRR$ 119,30 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 124,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,51 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,88 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,78 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,71 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,84 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 157,42 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 162,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 175,87 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 180,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,20 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 168,63 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,97 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,03 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.166,42 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.066,05 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 172,86 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 153,56 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 157,79 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 167,47 / cx

Pesquisa

Estudo revela que PSA destrói o sistema imunológico antes mesmo dos primeiros sintomas

O vírus da PSA ataca silenciosamente as defesas imunológicas. Explore os achados alarmantes deste estudo recente do Instituto Pirbright

Estudo revela que PSA destrói o sistema imunológico antes mesmo dos primeiros sintomas

Por que é tão difícil desenvolver uma vacina eficaz contra a Peste Suína Africana (PSA) e por que a mortalidade é tão alta? Uma nova pesquisa do Instituto Pirbright (Reino Unido), parece ter encontrado a resposta: o vírus realiza um ataque devastador e silencioso contra as células de defesa dias antes de o animal parecer doente.

O estudo descobriu que o vírus da PSA (ASFv) invade os tecidos linfoides da boca e do trato respiratório entre um e três dias após a infecção. Nesse curto período, ele provoca a morte programada (apoptose) de células vitais do sistema imune, como células T, células dendríticas e macrófagos.

O dado alarmante é o “gap” temporal: quando os sinais clínicos visíveis (como febre e letargia) aparecem, geralmente uma semana após a infecção, o exército de defesa do animal já foi dizimado.

Um dos pontos mais críticos observados foi o colapso da chamada “interface inata-adaptativa”. O vírus atacou especificamente as células que funcionam como pontes entre a resposta imune inicial (rápida) e a adaptativa (de longa duração), como as células dendríticas e as células T gama-delta.

Diante dessa descoberta, a equipe concluiu que é necessário investigar se esse comportamento agressivo se repete em diferentes isolados do vírus com variados graus de virulência, pois entender esse desequilíbrio pode ser a chave para desenhar futuras estratégias de proteção.

A Dra. Priscilla Tng, pesquisadora do estudo, explica que sem essa comunicação interna, o suíno não consegue montar uma defesa eficaz, o que explica a letalidade de quase 100% em cepas virulentas. A descoberta é crucial: para criar vacinas que funcionem, a ciência precisará encontrar uma forma de proteger essas células imunes nas primeiras 72 horas da infecção.

Referência: Pig Progress