Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,10 / kg
Soja - Indicador PRR$ 119,36 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 124,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 11,13 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 7,09 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 7,08 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,79 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,71 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,76 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 146,68 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 150,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 162,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 163,73 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 139,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 155,32 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,99 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,05 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.172,98 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.058,60 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 155,03 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 142,31 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 126,06 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,73 / cx

O frango em fevereiro

<p>Demanda fraca de final de mês inibe reação no preço do frango vivo.</p><p></p><p></p>

Redação AI 28/02/2005 – O mercado brasileiro de frango termina a semana com preços inalterados se comparado à semana anterior e sem negócios de volume. Para produtores e indústrias, a fraca demanda de final de mês impede qualquer reação das cotações nesse momento.

Em São Paulo, o frango vivo fechou a semana cotado a R$ 1,35 contra R$ 1,40 da última sexta-feira. “O mercado é calmo e os volumes que estão saindo não são suficientes para mexer com os preços”, admite fonte paulista. A expectativa é de um movimento melhor a partir do quinto dia útil de abril, em função do pagamento de salários.

Em Minas Gerais, o frango vivo fechou a semana a R$ 1,30/g, sem alterações com relação à abertura. “Não chega a haver excesso de mercadoria, mas o mercado é pouco procurado”, admite fonte mineira. Para Carlos Mazurek, de Safras & Mercado, tanto a oferta quanto a demanda seguem controlados, o que tem contribuído para manter o mercado calmo.

Alojamentos

Levantamento mensal da União Brasileira de Avicultura (UBA), mostrou que em janeiro foram alojadas no Brasil perto de 2,909 milhões de matrizes de corte, volume 13% superior ao alojado em janeiro de 2004. Apesar desse acréscimo, o volume alojado em janeiro foi o menor dos  últimos três meses, apresentando queda de 2,3% sobre o alojamento do mês anterior (dezembro de 2004). Essa variação, de qualquer forma, não se reflete no alojamento acumulado nos últimos 12 meses (fevereiro de 2004 a janeiro de 2005), que aumentou 8,5% em relação aos  12 meses anteriores.

Já o alojamento de pintos de corte de janeiro atingiu 367,8 milhões de cabeças, volume 5,72% superior ao de janeiro de 2004, de 347,9 milhões de cabeças segundo informou a Associação Brasileira dos Produtores de Pinto de Corte-APINCO.

Efeitos
O destaque da semana no mercado de frango ficou por conta do alerta da Organização Mundial de Saúde (OMS), de uma potencial ameaça global à saúde de seres humanos por causa da gripe do frango. Em conferência sobre a doença no Vietnã, o médico Shigeru Omi falou sobre o perigo de uma pandemia de gripe que pode causar grande número de mortes. Treze pessoas morreram no Vietnã desde dezembro por causa da doença e a Tailândia e o Camboja também registraram mortes ligadas à gripe do frango.

Delegados da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) disseram que a gripe do frango está agora entranhada nas aves de países do sudeste da Ásia e provavelmente persistirá por anos. O vírus está se mostrando versátil e resistente e agora é encontrado em animais como gatos e tigres, que não eram considerados suscetíveis anteriormente.

Nos Estados Unidos, a distribuição de carne de frango por parte dos produtores diminuiu depois que o Serviço Federal de Saúde alertou para o que pode ser a pior epidemia à nação desde 1918. A Sandersons Farms SAFM liderou o declínio, diminuindo a comercialização de carne de franço em 2,8%. O Pilgrims Pride perdeu 0,4% e a Tyson Foods TSN sofreu prejuízo de 1,4%, segundo informaram agências internacionais.