Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,78 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,86 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,43 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,54 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,91 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,69 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 157,42 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 160,54 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 175,87 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 177,63 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 169,12 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,97 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,03 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.171,18 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.066,46 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 166,89 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 152,25 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 157,79 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 167,47 / cx

Quilo do frango está 232% mais caro em Fortaleza

<p>Para algumas marcas, o quilo chega a custar R$ 3,29.</p>

Redação (14/06/06)- O preço do frango está mais alto na Capital cearense, conforme havia sido previsto por supermercadistas locais e anunciado no início de abril pelo Diário do Nordeste. Desde o começo de junho, nos supermercados de Fortaleza, o consumidor está pagando mais caro pelo produto. Para algumas marcas, o quilo chega a custar R$ 3,29. Isso representa uma variação de 232% em relação ao preço mais baixo que o quilo do produto chegou a custar.

No início deste ano, o valor do quilo foi comercializado por até R$ 0,99 nos mercantis cearenses, em conseqüência do excesso de oferta no mercado interno causado pela redução das exportações brasileiras. A responsável pelo baque nas vendas para o mercado externo foi a gripe aviária.

O problema provocou a redução do consumo do produto no mercado mundial e se espalhou pela maioria dos países da região do Oriente Médio (Egito, Jordânia, Iraque, Israel, Chipre e territórios palestinos).
De acordo com Sebastião Neto, secretário executivo da Associação Cearense de Avicultura (Aceav), o que está acontecendo é a retomada do preço do produto e não um super aquecimento. Já deu tempo de o produto recuperar o preço. Os grandes exportadores adequaram suas produções ao mercado internacional e isso acabou diminuindo o excesso de oferta no mercado interno, explica. Segundo ele, como há impacto direto nos preços do mercado local, não se observa mais aquela onda de promoções que havia.