Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 67,67 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,20 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,21 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,78 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,43 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 163,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 175,68 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 182,05 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,53 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.166,23 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.066,54 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 172,86 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 155,55 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 161,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 169,99 / cx

Mercado

Expansão da suinocultura chinesa beneficia indiretamente o produtor brasileiro

Explore os efeitos da expansão da suinocultura chinesa, que beneficia indiretamente o produtor brasileiro com demanda por ração

Expansão da suinocultura chinesa beneficia indiretamente o produtor brasileiro

O agronegócio brasileiro, especificamente a cadeia de grãos, deve continuar se beneficiando da política de segurança alimentar da China. Embora o país asiático esteja focado em sua autossuficiência na produção de carnes, o crescimento do seu gigantesco plantel suíno garante uma demanda robusta e contínua pela soja brasileira, utilizada como principal insumo para a ração animal.

A produção de carne suína na China apresentou um crescimento de 7% no terceiro trimestre de 2025, em comparação com o mesmo período do ano anterior, totalizando quase 14 milhões de toneladas. Este aumento é resultado de uma política governamental chinesa para equilibrar a oferta interna e reduzir os preços ao consumidor, o que acabou gerando um excesso de oferta no mercado local.

Segundo Vitor Moura, analista e diretor de marketing da Câmara Brasil-China, a estratégia de Pequim é clara: garantir a autossuficiência em alimentos estratégicos, incluindo o plantel suíno, que já representa cerca de metade de todo o rebanho mundial. “A suinocultura é um dos pilares da segurança alimentar chinesa”, afirma Moura.

Embora essa política limite o espaço para a importação de carne suína brasileira, ela cria um efeito indireto positivo para o Brasil. Para alimentar esse rebanho massivo, a China se mantém como um comprador voraz de insumos. “Isso […] mantém forte demanda por insumos, o que beneficia o agronegócio brasileiro”, conclui o analista, referindo-se à exportação de soja e farelo.

Referência: Canal Rural