Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,02 / kg
Soja - Indicador PRR$ 128,99 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 133,85 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,84 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,91 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,35 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,25 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 8,31 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,26 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 96,83 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 96,87 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 108,48 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 103,20 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 89,44 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 100,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,51 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,54 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.178,92 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.049,40 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 89,22 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 84,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 101,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 119,62 / cx

Preço do frango irá aumentar entre 15% e 17%

O reajuste é um repasse ao consumidor da alta dos gastos.

Redação (26/02/2009)- O preço do frango deverá subir entre 15% e 17%. O índice será definido em reunião na União Brasileira de Avicultura (UBA) na segunda-feira, em São Paulo. "Não vai ser preço que vai espantar o consumidor", afirma o secretário executivo da Asgav, José Eduardo dos Santos, que defende valor que garanta remuneração acima dos custos de produção. A expectativa inicial era de alta de 15%, mas, com o agravante da crise e a redução drástica da produção, de alojamento e de matrizes na tentativa de produzir apenas o essencial, o índice deve chegar a 17%.

Segundo ele, o reajuste é um repasse ao consumidor da alta dos gastos. Em dezembro, o setor adquiriu milho mais caro devido ao aumento nas exportações e à quebra na safra decorrente da estiagem. "Pagamos preços aviltados, de R$ 25,00 a saca de 60 quilos de milho e quase R$ 1 mil a tonelada de soja. Isso tudo gera efeito", afirma. Ele explica que, de dezembro até agora, os preços se mantiveram e, com a crise e a redução na produção, foi possível administrar esse período. "Mas não se sabe como vai ser daqui para a frente. E qual vai ser a política do governo para atender às agroindústrias", pondera Santos. Outro fator que contribui é a retomada de pedidos de cortes para países como Estados Unidos e China e a expectativa de exportação ao Oriente Médio. "No meio do ano, esperamos atingir um ritmo satisfatório, mesmo que a adequação para estes mercados demore."