Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,78 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,86 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,43 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,54 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,91 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,69 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 157,42 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 160,54 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 175,87 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 177,63 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 169,12 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,97 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,03 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.171,18 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.066,46 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 166,89 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 152,25 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 157,79 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 167,47 / cx

Mercado Interno

Em 2011, aves ultrapassam bovinos

No Mato Grosso, vendas de cortes de aves superaram pela primeira vez na história as vendas de cortes bovinos.

Em 2011, aves ultrapassam bovinos

O carro chefe das exportações estaduais continua sendo o complexo soja, que sozinho, responde por 62,74% do total de negócios acumulados até novembro deste ano. No entanto, as vendas de cortes de aves superaram pela primeira vez na história as vendas de cortes bovinos. Como observa o economista da PR Consultoria, Carlos Vitor Timo Ribeiro, foram 196 mil toneladas de aves exportadas para 163,07 mil de carne bovina. O complexo carnes segue como terceiro maior produto da pauta estadual, atrás do milho.

O complexo soja registra negócios de US$ 6,43 bilhões, com alta de 29,6% na receita para apenas 0,9% em volume físico, em comparação ao acumulado de 2010. Os destaques ficam para o grão e óleo, com valorizações de valores em 37,8% e 63,2%, respectivamente. O segundo produto mais vendido até novembro é o milho com 15,19% de participação no total estadual, cuja receita soma US$ 1,55 bilhão, valorização de 53,7% em valor e alta de 5,3% em volume embarcado. O complexo carnes, com participação de 12%, soma US$ 1,23 bilhão, alta de 21% em valor e de 3,3% em volume. Os cortes bovinos tiveram valorização de 17% e redução de 8,6% no volume. As aves ascenderam em mais de 46% a receita e em 25% em volume. Suínos, que desde junho amargam o peso do embargo imposto pela Rússia, fecham o período com queda de 48% no faturamento de 47% nos embarques.

Timo Ribeiro faz menção às vendas de açúcar, aumentadas em 74% em relação ao volume físico embarcado no mesmo período de comparação do ano passado (janeiro a novembro). Como aponta, a valorização das cotações no exterior elevaram a receita em quase 129%, totalizando US$ 12,10 milhões em negócios. As boas cotações se estenderam ao algodão. As vendas acumulam saldo de US$ 620,82 milhões, o que representa valorização de 69% e incremento de 29,7% nos volumes exportados.

Destino – A Ásia segue como maior parceiro, responsável por cerca de 51% dos negócios realizados no período. Deste bloco econômico se destaca a China, que responde sozinha por US$ 3,27 bilhões dos US$ 5,23 bilhões realizados pelo continente. A União Europeia ampliou em 124% as compras e responde por 45,84% do total exportado pelo Estado, que soma negócios de US$ 2,20 bilhões. A Holanda (Países Baixos) se mantém como a principal porta de entrada da pauta estadual, com compras de US$ 893,40 milhões. Em terceiro maior destino por blocos, está o Oriente Médio, cuja participação no total é de 9,26%, mas com negócios incrementados em 54% no intervalo de um ano. O bloco soma compras de US$ 950,28 milhões e tem o Irã como maior comprador, sozinho respondeu por mais da metade do comércio, com US$ 589,29 milhões.