Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,78 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,86 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,43 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,54 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,91 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,69 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 157,42 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 160,54 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 175,87 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 177,63 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 169,12 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,97 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,03 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.171,18 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.066,46 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 166,89 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 152,25 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 157,79 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 167,47 / cx

Projeção

Proteína animal terá estabilidade no mercado em 2018

No acumulado de 2017, os valores caíram 4,5% para a carne bovina e 10,7% para a de frango

Proteína animal terá estabilidade no mercado em 2018

Os preços das carnes ao consumidor deverão permanecer estáveis no primeiro semestre de 2018, estima a empresa de pesquisa de mercado GfK. No acumulado de 2017, os valores caíram 4,5% para a carne bovina e 10,7% para a de frango.

“Não há espaço para novos recuos, pois o valor já chegou a um patamar razoável”, avalia o diretor da GfK, Marco Aurélio Lima, referindo-se à primeira metade do ano. Segundo ele, a expectativa é que os preços voltem a crescer apenas em setembro, seguindo a trajetória habitual para o mercado.

Outro fator para a estabilidade é a perspectiva de que a cotação do dólar fique estável. “Apenas uma eventual reabertura de mercados importantes para a proteína animal como Rússia, Estados Unidos ou mesmo um crescimento da demanda chinesa podem fazer com que os preços aumentem para o consumidor”, pondera.

Ele explica que, em 2017, a queda do preço da proteína animal nos supermercados foi estimulada pela oferta farta de grãos, que reduziu os custos de produção e pela Operação Carne Fraca. A investigação levou a JBS, maior player do setor, a baixar os preços no varejo para diminuir os seus estoques, movimento que foi acompanhado também pelos concorrentes da companhia.

Os preços só voltaram a subir para o consumidor em dezembro, devido à demanda das festas de final de ano. Ainda assim, não foram suficientes para que no acumulado do ano fosse de alta.

A demanda por frango diminuiu, o que fez com que o valor médio do quilo do produto congelado chegasse a R$ 5,74 em novembro, voltando ao mesmo patamar registrado em maio de 2016. A região Sul registrou a queda mais expressiva nos preços, de 11,2%, com recuo de 6,5% em dezembro ante novembro.

O Nordeste foi à exceção. A carne de frango aumentou 3,2% no ano, enquanto os preços da carne bovina se mantiveram estáveis na comparação anual. “É a única região que poderá ter um ganho com redução de preços neste ano, já que, em razão da seca, os preços ficaram sustentados em 2017”, destaca o diretor.