
No Reino Unido, a Agência de Padrões Alimentares (FSA) implementou novas taxas de inspeção para a indústria de carnes, o que gerou forte reação por parte dos produtores. A Associação de Fornecedores Independentes de Carne (AIMS) criticou severamente o aumento, que pode chegar a 25% para alguns operadores, classificando-o como “ultrajante”.
A AIMS questiona a justificativa da FSA para o aumento, argumentando que não há melhorias nos serviços prestados e acusando a agência de ineficiência burocrática. A associação também destaca a discrepância entre o aumento das taxas e a taxa de inflação do Reino Unido, defendendo que, se a inspeção de carnes é um bem público, o custo deveria ser arcado pelos contribuintes.
Em resposta, a FSA afirma que o aumento é necessário para recuperar os custos dos serviços regulatórios, conforme exigido pelo Tesouro do Reino Unido. A agência também justifica o aumento com a inflação e o aumento dos custos de recrutamento de veterinários.
A AIMS iniciou um processo legal para contestar as novas taxas, alegando que a FSA não está buscando soluções para as taxas excessivas e que o aumento prejudicará a indústria.
Em resumo, há um conflito entre a indústria de carnes do Reino Unido e a FSA sobre o aumento das taxas de inspeção, com a indústria argumentando que o aumento é injustificado e a agência defendendo que é necessário para cobrir os custos.
Fonte: Pig World











