Entenda os surtos de PSA na Malásia e o abate de mais de 800 animais. A resposta às infecções é crucial para a saúde animal
Surtos de PSA na Malásia levam ao abate de mais de 800 animais

A Peste Suína Africana (PSA) voltou a assombrar os produtores asiáticos. Autoridades de Penang (Malásia) confirmaram um novo surto que resultou no abate sanitário de mais de 800 suínos após a detecção do vírus em três fazendas comerciais.
O rastro da infecção foi descoberto inicialmente em matadouros, onde vestígios do vírus foram detectados, permitindo às autoridades rastrear a origem até propriedades em três distritos diferentes. Até o momento, o abate de contenção eliminou 822 animais em duas das fazendas afetadas, enquanto a terceira permanece sob rigorosa observação veterinária.
A gravidade da situação foi detalhada pela diretora do Departamento de Serviços Veterinários de Penang, Saira Banu Reja. Ela informou que, em duas fazendas localizadas na região de Kampung Selamat, a doença já havia causado a morte de 50 animais antes mesmo da intervenção oficial.
Leia também no Agrimídia:
- •Ex-presidente da John Deere, Paulo Herrmann vai comandar a Agricultura do Rio Grande do Sul
- •Rota da Integração quer ligar Paraguai e SC e baratear o transporte para a suinocultura
- •Outubro termina com chuva forte e risco de temporais no Sul, no Sudeste e no Centro-Oeste
- •Suinocultor escocês começa no Brasil viagem pelo mundo para estudar o futuro da produtividade
Diante da letalidade observada, as autoridades intensificaram as inspeções em toda a cadeia e ordenaram que os suinocultores relatem imediatamente qualquer caso de animal doente ou morto, reforçando que a rapidez na notificação é crucial para salvar o restante do plantel estadual.
H’ng Mooi Lye, presidente do comitê do governo local, alertou que novos casos positivos são esperados à medida que os resultados laboratoriais das investigações em curso forem divulgados. Para conter a disseminação, foi decretada a proibição total da movimentação de suínos a partir das áreas afetadas.
As autoridades reforçaram que a carne de animais saudáveis permanece segura para consumo e que a doença não afeta humanos, mas pediram aos produtores que sigam estritamente os protocolos de biossegurança.
























