Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,00 / kg
Soja - Indicador PRR$ 129,76 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 134,64 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,89 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,89 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,45 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,22 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 8,33 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,29 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 96,82 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 96,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 107,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 103,20 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 89,54 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 99,52 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,64 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,69 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.180,84 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.041,32 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 89,22 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 84,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 101,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 120,82 / cx

Mercado Interno

Aumento do custo de produção dificulta criação de suínos em MG

Preço do farelo de soja, usado na ração, registrou alta de 55%. Produtor também sofre com a constante queda no valor pago pela carne.

Aumento do custo de produção dificulta criação de suínos em MG

Os criadores de suíno do centro-oeste de Minas Gerais estão trabalhando no vermelho por causa do aumento no custo de produção. O preço do farelo de soja, usado na ração, subiu bastante e o mercado não paga o suficiente para repor essa alta.

A granja em Pará de Minas envia 500 animais para o abate toda a semana. O produtor independente Igor Parreiras teve de fazer um empréstimo para manter a produção nos próximos dois meses. O custo da ração é um dos motivos da descapitalização do criador.

Esta semana, a tonelada do farelo de soja chegou a ser comercializada por R$ 1 mil em algumas regiões de Minas Gerais. Houve um aumento de 55% em relação ao mesmo período do ano passado. Além do aumento do custo de produção, o produtor sofre com a constante queda no preço pago pela carne.

Os 140 associados da cooperativa também reclamam da situação. “Não há como tocar a atividade com essa comercialização baixa e insumos altos”, diz Geraldo Resende, diretor da cooperativa.

Em um ano, o valor pago pelo quilo do animal vivo na região centro-oeste de Minas Gerais caiu 17%.