Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,78 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,86 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,43 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,54 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,91 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,69 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 157,42 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 160,54 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 175,87 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 177,63 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 169,12 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,97 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,03 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.171,18 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.066,46 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 166,89 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 152,25 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 157,79 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 167,47 / cx

Sanidade

Retirada da vacina contra a febre aftosa está a caminho

Medida é apoiada pelas indústrias de aves e suínos impactadas no mercado externo pela adoção da vacina em todo o país

Retirada da vacina contra a febre aftosa está a caminho

Em janeiro de 2017, o governo federal dará início a rodadas de discussões em todo o Brasil a fim de finalizar a revisão do plano de retirada da vacinação contra a febre aftosa. Segundo Guilherme Marques, diretor do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura e presidente da Comissão Regional da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) para as Américas, a etapa de revisão técnica foi concluída após um ano de trabalho.

O presidente da Comissão Regional da OIE para as Américas esclarece que nada será feito de forma abrupta. A retirada será gradual, em nichos geográficos de produção, levando em conta riscos sanitários e comerciais. Embora o cronograma ainda não esteja fechado, o governo trabalha com a hipótese de dar início à retirada gradual a partir de novembro de 2018. A medida é apoiada pelas indústrias de aves e suínos, impactadas no mercado externo pela adoção da vacina em todo o país – exceto em Santa Catarina.

“Mercados importantes ainda têm restrições a países que vacinam, pois entendem que se a imunização é feita é porque existem focos da doença”, reforça Francisco Turra, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

O mesmo otimismo não é visto entre os produtores de carne bovina. Para a Federação da Agricultura no Estado (Farsul), o processo só poderá ser concretizado quando houver segurança nas fronteiras.

“É muito temerário e não vejo nenhum ambiente para isso, nem a médio prazo”,  avalia Gedeão Pereira, vice-presidente da Farsul.

A extensa faixa de fronteira do país, segundo Pereira, não dá garantias para afastar a doença.

“Já acessamos mercados exigentes, como os Estados Unidos. Não podemos arriscar tudo agora, experiências traumáticas no passado já nos ensinaram isso”, completa o dirigente, referindo-se ao episódio de Joia, ocorrido em 2000.