Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 67,67 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,20 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,21 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,78 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,43 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 163,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 175,68 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 182,05 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,53 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.166,23 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.066,54 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 172,86 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 155,55 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 161,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 169,99 / cx

Internacional

Reino Unido adia medidas contra carne suína ilegal e é criticado por falta de urgência

Governo britânico sob pressão após adiar ações contra carne suína ilegal, comprometendo segurança alimentar no Reino Unido

Surto de febre aftosa derruba exportações de carne da África do Sul em 2025

O governo britânico foi alvo de duras críticas após rejeitar ou adiar a maioria das recomendações apresentadas pelo Comitê de Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais (EFRA), que alertava para o aumento das importações ilegais de carne no país. Parlamentares acusam o governo de “deixar o Reino Unido na linha de fogo”, ao tratar com pouca prioridade uma questão vista como ameaça direta à biossegurança e à segurança alimentar nacional.

Em relatório divulgado em setembro, o comitê advertiu que o país caminha “sonâmbulo” para uma nova crise de segurança alimentar, diante do alto volume de produtos de origem animal que entram ilegalmente no território britânico. O documento sugeriu uma série de ações ao Departamento de Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais (Defra), incluindo o fortalecimento da fiscalização no Porto de Dover, a criação de uma força-tarefa para combater o contrabando e o desenvolvimento de uma estratégia nacional em conjunto com outras agências.

Na resposta oficial, publicada nesta semana, o governo declarou concordar com as preocupações do comitê, mas afirmou que algumas recomendações só poderão ser analisadas após a conclusão das negociações sobre medidas sanitárias e fitossanitárias (SPS) com a União Europeia. Com isso, a implementação de políticas efetivas poderia ficar para depois de 2027, o que o EFRA considerou “alarmante”.

Entre as propostas rejeitadas estão a criação imediata de uma força-tarefa dedicada às importações ilegais e a ampliação dos poderes das autoridades portuárias para realizar buscas e apreensões. O Defra, por outro lado, aceitou parcialmente a ideia de fortalecer a cooperação entre órgãos como a Agência de Normas Alimentares (FSA), a Autoridade Escocesa de Normas Alimentares (FSS) e a Força de Fronteira, visando aprimorar o compartilhamento de informações e a vigilância nas fronteiras.

O comitê reconheceu a disposição do governo em adotar uma abordagem mais estratégica, mas lamentou a ausência de prazos e compromissos orçamentários. Desde a divulgação do relatório, mais de 20 toneladas de carne ilegal foram apreendidas apenas em setembro, segundo a Autoridade Portuária de Saúde de Dover.

O presidente do EFRA, Alistair Carmichael, reforçou o alerta: “A abordagem do governo em relação às ameaças à biossegurança é deixar o país na linha de fogo. Os patógenos não esperam por políticas, a urgência é essencial. Não podemos esperar que negociações com a UE terminem enquanto riscos como a Peste Suína Africana e a Febre Aftosa permanecem à espreita.”

Referência: Pig World