Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,41 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,60 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,45 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,26 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,59 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,16 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,11 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 7,93 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,00 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 121,70 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 123,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 135,39 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 137,64 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 128,91 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,28 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.171,48 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.045,71 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 144,91 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 120,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 123,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,43 / cx

Sanidade

Impacto e controle da peste suína africana na República Dominicana: estudo revela avanços e desafios

Impacto e controle da peste suína africana na República Dominicana: estudo revela avanços e desafios

A República Dominicana tem enfrentado consequências significativas desde a reintrodução da peste suína africana (PSA) em julho de 2021. Um estudo liderado por Rachel Schambow e colegas da Universidade de Minnesota e do USDA-APHIS avaliou os surtos ocorridos entre 2022 e 2024, destacando os esforços de controle e os desafios enfrentados pela indústria suína do país.

De acordo com o levantamento, a produção suína dominicana caiu 21% em 2022 devido à epidemia. Entre as medidas de controle adotadas estão o fortalecimento da capacidade laboratorial, programas de vigilância ativa e passiva, despovoamento de rebanhos afetados e compensações financeiras para os produtores. Ao todo, foram relatados 329 surtos no período, a maioria detectada em fazendas de quintal por meio de vigilância passiva.

Embora nenhuma amostra positiva tenha sido detectada nas inspeções obrigatórias realizadas a cada 21 dias em fazendas comerciais, as taxas de ataque foram mais elevadas no Noroeste, com picos de 18,11%. O estudo sugere que a abordagem deve evoluir de uma resposta emergencial para estratégias de controle progressivo, incluindo o fortalecimento da regulação e o envolvimento da indústria privada para reduzir os riscos e avançar na erradicação da PSA.

Manifestações clínicas e epidemiologia da PSA
Outro estudo, liderado por Laura Alarcón e colegas, analisou surtos clínicos e epidemiológicos em 11 fazendas comerciais entre maio de 2021 e dezembro de 2022. Os dados apontaram que a doença afetou principalmente porcas, com mortalidade acumulada média de 5,2% no sétimo dia após o surto e morbidade média de 60%.

Os sinais clínicos específicos da PSA incluíram febre, aborto, manchas roxas nas orelhas, cianose, hemorragia nasal e diarreia, enquanto sinais não específicos como depressão e perda de apetite também foram relatados. Três padrões clínicos foram identificados, o que pode auxiliar no reconhecimento precoce da doença e no direcionamento de ações de vigilância e controle.

Conclusões e recomendações
Quase três anos após o ressurgimento da PSA, os esforços para mitigar o impacto da doença na República Dominicana têm demonstrado avanços, mas desafios persistem. A transição para um plano de controle progressivo e a identificação precoce de surtos por meio de padrões clínicos são passos essenciais para proteger a suinocultura local e garantir a sustentabilidade do setor a longo prazo.

Fonte: The pig site