Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,41 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,60 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,45 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,26 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,59 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,16 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,11 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 7,93 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,00 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 121,70 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 123,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 135,39 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 137,64 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 128,91 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,28 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.171,48 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.045,71 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 144,91 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 120,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 123,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,43 / cx

Câmara técnica ambiental deverá ser criada em 90 dias

A questão se tornou a pauta principal de discussão do Ciclo de Eventos da APCS.

Redação (28/01/2008)- Em debate realizado no evento “Suinocultura paulista e o meio ambiente”, organizado pela Associação Paulista de Criadores de Suínos – APCS, o secretário do Meio Ambiente, Xico Graziano, anunciou a criação, em 90 dias, da câmara técnica ambiental para o setor, que irá, entre outros objetivos, discutir e buscar o aprimoramento dos parâmetros e procedimentos para o licenciamento ambiental da atividade.

A questão se tornou a pauta principal de discussão no evento, realizado ontem (21/01) no auditório da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral – CATI, da Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento, em Campinas.

Os produtores, por intermédio da APCS, apresentaram suas propostas quanto às adequações do setor mediante as leis ambientais. “A nossa idéia é criar a câmara ambiental para que a Secretaria possa ajudar os suinocultores a normatizar a certificação ambiental, fazendo modelos diferentes para pequenas e grandes granjas”, declarou Valdomiro Ferreira Júnior, presidente da APCS.

Graziano propôs a assinatura de um protocolo de intenções, após a criação da câmara técnica ambiental, semelhante ao que foi assinado com o setor sucroalcooleiro. Segundo o secretário, com a assinatura do protocolo os suinocultores poderiam assumir algumas questões facultativas, como a recuperação das matas ciliares existentes nas propriedades.

Para Valdomiro, a criação da câmara ambiental deve vir antes da assinatura do protocolo, para que o mesmo já determine os parâmetros do licenciamento ambiental e, principalmente, o tempo para que os suinocultores possam se adequar às exigências ambientais.

Segundo Graziano, esta é uma agenda ambiental positiva que está atingindo outros setores e que já atingiu a suinocultura. “Se não fizermos agora, com a participação efetiva do setor, isso será imposto daqui cinco anos. Esse é o tipo de assunto que tem que ser resolvido e feito, não adianta postergar”, finalizou.

O evento também contou com as palestras “Dejetos suínos: impacto ou benefício?”, apresentada pelo professor Jorge de Lucas Júnior, e “Linha de financiamento de suinocultura do Estado de São Paulo”, ministrada pelo engenheiro Wilson Canelas