Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,41 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,60 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,45 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,26 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,59 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,16 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,11 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 7,93 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,00 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 121,70 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 123,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 135,39 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 137,64 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 128,91 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,28 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.171,48 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.045,71 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 144,91 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 120,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 123,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,43 / cx

Insumos

CTNBio aprova variedades de milho

Sementes transgênicas são resistentes a insetos. Órgão também libera 22 pedidos para pesquisa em biossegurança.

CTNBio aprova variedades de milho

Por 15 votos a favor e quatro contrários, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou ontem, em Brasília, a liberação para uso comercial de três novas variedades de milho geneticamente modificado (transgênico) no país.

Das três variedades, uma é resistente a insetos, outra é resistente a insetos e tolerante a glifosato MON 531 x MON 1445 e a última resistente a insetos e tolerante aos herbicidas glifosato e glufosinato. Além disso, o órgão aprovou 22 pedidos de liberação planejada no ambiente – para finalidade apenas de pesquisa.

Com essas novas liberações comerciais, o Brasil tem aprovadas nove variedades de milho transgênico. A próxima reunião plenária da CTNBio está marcada para o dia 15 de outubro.

Atualmente, variedades de milho geneticamente modificados são cultivadas em 19 países, segundo o Serviço Internacional para a Aquisição de Aplicações em Agrobiotecnologia (ISAAA).

Apesar da forte resistência de setores de sociedade aos alimentos geneticamente modificados, sobretudo nos países europeus, os grandes produtores de sementes com a tecnologia acreditam ser um caminho sem volta.

Em entrevista à agência “Reuters”, a alemã Bayer afirmou que pretende incrementar seus negócios com transgenia e desafiar a terceira posição da Syngenta neste mercado. “Sem biotecnologia não se vê o quadro inteiro”, disse o diretor da unidade Friedrich Berschauer. “Estou convencido de que é preciso combinar defensivos, sementes e biotecnologia”.

Segundo o executivo, a empresa pretende triplicar suas vendas anuais com sementes geneticamente modificadas para € 1,4 bilhão (US$ 2,1 bilhões) até 2018.

Apesar de ser o maior fornecedor de sementes de algodão transgênico, a Bayer mantém a sexta posição no ranking mundial de transgênicos. A liderança é da americana Monsanto, com vendas registradas na casa de US$ 6,4 bilhões em 2008 de sua unidade Seeds and Genomics. DuPont e Syngenta estão na segunda e terceira posição, respectivamente.

A Bayer planeja ainda investir 3,5 bilhões em pesquisa e desenvolvimento (P&D) somente nesse setor até 2018 e também mapear futuras aquisições para atingir suas metas de crescimento.

Segundo a empresa, o mercado mundial de sementes transgênicas deverá crescer a uma taxa anual de 6%, enquanto o de sementes convencionais aumentaria ao ritmo de 1% a 2%. Em 2008, 25 países plantaram sementes geneticamente modificadas. No Brasil foram aprovadas variedades transgênicas de soja, algodão e milho, perfazendo uma área de 15,8 milhões de hectares.