Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,10 / kg
Soja - Indicador PRR$ 119,36 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 124,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 11,13 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 7,09 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 7,08 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,79 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,71 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,76 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 146,68 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 150,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 162,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 163,73 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 139,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 155,32 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,99 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,05 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.172,98 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.058,60 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 155,03 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 142,31 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 126,06 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,73 / cx

Exportação

Frigoríficos habilitados

<p>Mais um frigorífico e dois entrepostos catarinenses estão habilitados para exportar carne suína para Rússia.</p>

Mais um frigorífico e dois entrepostos catarinenses estão habilitados a retomar a venda de carne suína para a Rússia.

O frigorífico Pamplona, de Rio do Sul, e os entrepostos DKN e Iceport, dos portos de Navegantes e Itajaí, juntam-se às outras duas plantas, da Seara Cargill e Pamplona, de Presidente Getúlio, na retomada da exportação do produto àquele país. O comunidado foi comemorado por entidades do setor.

A lista ampliada foi comunicada ao Ministério da Agricultura pelo governo russo na terça-feira (28/07). Segundo o chefe do Serviço Federal de Supervisão Veterinária e Fitossanitária da Rússia, Sergey Dankvert, a decisão se baseia nas garantias do serviço veterinário brasileiro em relação ao cumprimento das exigências do país euroasiático e nas condições vigentes para a exportação.

O secretário de Defesa Agropecuária, Inácio Kroetz, endossa o argumento do governo russo e estima que novas plantas catarinenses passem a integrar a lista de exportadores. Neste ano, uma lista de nove unidades auditadas foi entregue às autoridades russas. Destas, cinco já conquistaram o aval para a exportação. “Espera-se, para as próximas semanas, que o processo desta modalidade de habilitação continue e que, cada vez mais, se intensifique. Estamos confiantes de que, no futuro, se torne uma rotina entre os dois países”, afirmou Kroetz.

A opinião é compartilhada pelo presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), Wolmir de Souza. Embora comemore a reabertura do mercado russo, uns dos maiores do mundo, Souza observou que isso apenas não resolve os problemas dos suinocultores, prejudicados pelo dólar enfraquecido. “Enquanto o preço do produto não melhorar, não teremos como remunerar a cadeia produtiva e tampouco gerar lucro ao suinocultor”.

O Serviço Federal russo informou ainda a decisão de incluir um estabelecimento do Paraná na lista das empresas autorizadas a exportar carne de aves para o país.

De janeiro a junho de 2009, os embarques de carne de frango para a Rússia somaram 35 mil toneladas, totalizando US$ 44,3 milhões.