Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,22 / kg
Soja - Indicador PRR$ 119,83 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 124,76 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 11,11 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 7,37 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 7,26 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,99 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 7,02 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 7,12 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 122,43 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 122,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 137,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 137,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 128,31 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,09 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,16 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.176,36 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.057,34 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 140,41 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 121,91 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 121,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 129,98 / cx

Ciência

Cientistas testam energia de algas e mantêm computador ligado por um ano

Cientistas da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, usaram algas para manter um computador ligado continuamente por um ano

Cientistas testam energia de algas e mantêm computador ligado por um ano

Segundo a instituição, o sistema tinha um tamanho semelhante a uma bateria AA e continha uma espécie não tóxica de alga azul-esverdeada chamada synechocystis.

A alga “colhe naturalmente a energia do sol através da fotossíntese”, disse a universidade.

Os pesquisadores acreditam que o sistema “tem potencial como uma maneira confiável e renovável de alimentar pequenos dispositivos”.

Eles disseram que o sistema foi feito de “materiais comuns, baratos e amplamente recicláveis”.

“Isso significa que pode ser facilmente replicado centenas de milhares de vezes para alimentar um grande número de pequenos dispositivos como parte da Internet das Coisas”, afirmaram.

A Internet das Coisas é uma vasta e crescente rede de dispositivos eletrônicos que usam uma pequena quantidade de energia que coleta e compartilha dados em tempo real via internet, como smartwatches.

A corrente elétrica gerada pela fotossíntese interage com um eletrodo de alumínio que é usado para alimentar o microprocessador.

O professor Christopher Howe, do departamento de Bioquímica da Universidade de Cambridge, disse: “Nosso dispositivo fotossintético não funciona como uma bateria porque está continuamente usando luz como fonte de energia”.
No experimento, o dispositivo foi usado para alimentar um Arm Cortex M0+, que é um microprocessador amplamente utilizado em dispositivos de Internet das Coisas.

A Arm, empresa de design de microprocessadores com sede em Cambridge, colaborou com os pesquisadores de Cambridge no projeto.

Paolo Bombelli, também do departamento de Bioquímica da Universidade de Cambridge, afirmou: “Ficamos impressionados com a consistência com que o sistema funcionou por um longo período de tempo — pensamos que poderia parar depois de algumas semanas, mas continuou”.