Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Pesca Artesanal

Governo lança selo de origem para valorizar pescado artesanal e abrir novos mercados

Governo institui selo de origem para pescado artesanal, garantindo rastreabilidade e valor ao trabalho de pescadores familiares

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Governo lança selo de origem para valorizar pescado artesanal e abrir novos mercados

A pesca artesanal brasileira acaba de ganhar um instrumento oficial de diferenciação no mercado. O governo federal, por meio de uma parceria entre o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), publicou ontem (29) a Portaria Interministerial nº 14, instituindo o Selo Pesca Artesanal do Brasil – Identificação de Origem. A iniciativa visa conferir identidade ao produto pescado por comunidades tradicionais e pescadores familiares, permitindo que o consumidor rastreie a procedência e que o produtor acesse nichos de mercado mais valorizados.

O novo selo funciona como um certificado de garantia: atesta que aquele peixe, camarão ou lagosta foi capturado de forma artesanal, respeitando critérios sociais e ambientais. Para obter a certificação, o profissional deve estar inscrito no Cadastro da Agricultura Familiar (CAF) e possuir o Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) ativo. Associações e cooperativas também podem solicitar o selo, desde que pelo menos 50% de sua diretoria cumpra os requisitos legais. A medida integra o pescado à Lei da Agricultura Familiar, facilitando o acesso a crédito e políticas públicas.

Segundo Ernando Pinto, coordenador-geral da SETEQ/MDA, a novidade será um “divisor de águas”. Além de agregar valor financeiro ao produto, tirando-o da vala comum das commodities pesqueiras, o selo empodera organizações coletivas e mulheres pescadoras, garantindo entrada preferencial em compras institucionais e mercados que exigem rastreabilidade. A solicitação do selo já pode ser feita digitalmente através da plataforma “Vitrine da Agricultura Familiar”, vinculada à emissão do Selo Nacional da Agricultura Familiar (Senaf).

RefeRência: GOV

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