Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,12 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,92 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,77 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,34 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,15 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 7,96 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 7,79 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 7,74 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 7,85 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 121,70 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 122,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 135,39 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 135,89 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 129,10 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,25 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,32 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.168,39 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.045,84 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 146,15 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 120,72 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 123,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,43 / cx

Pesca Artesanal

Governo lança selo de origem para valorizar pescado artesanal e abrir novos mercados

Governo institui selo de origem para pescado artesanal, garantindo rastreabilidade e valor ao trabalho de pescadores familiares

Governo lança selo de origem para valorizar pescado artesanal e abrir novos mercados

A pesca artesanal brasileira acaba de ganhar um instrumento oficial de diferenciação no mercado. O governo federal, por meio de uma parceria entre o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), publicou ontem (29) a Portaria Interministerial nº 14, instituindo o Selo Pesca Artesanal do Brasil – Identificação de Origem. A iniciativa visa conferir identidade ao produto pescado por comunidades tradicionais e pescadores familiares, permitindo que o consumidor rastreie a procedência e que o produtor acesse nichos de mercado mais valorizados.

O novo selo funciona como um certificado de garantia: atesta que aquele peixe, camarão ou lagosta foi capturado de forma artesanal, respeitando critérios sociais e ambientais. Para obter a certificação, o profissional deve estar inscrito no Cadastro da Agricultura Familiar (CAF) e possuir o Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) ativo. Associações e cooperativas também podem solicitar o selo, desde que pelo menos 50% de sua diretoria cumpra os requisitos legais. A medida integra o pescado à Lei da Agricultura Familiar, facilitando o acesso a crédito e políticas públicas.

Segundo Ernando Pinto, coordenador-geral da SETEQ/MDA, a novidade será um “divisor de águas”. Além de agregar valor financeiro ao produto, tirando-o da vala comum das commodities pesqueiras, o selo empodera organizações coletivas e mulheres pescadoras, garantindo entrada preferencial em compras institucionais e mercados que exigem rastreabilidade. A solicitação do selo já pode ser feita digitalmente através da plataforma “Vitrine da Agricultura Familiar”, vinculada à emissão do Selo Nacional da Agricultura Familiar (Senaf).

RefeRência: GOV