
Os preços do suíno vivo e da carne suína continuam em trajetória de queda nos últimos dias, de acordo com levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). A principal razão para a pressão negativa nas cotações é a demanda enfraquecida, típica do fim de mês, quando o consumo se retrai.
Apesar das recentes desvalorizações, o Cepea aponta que as altas registradas na segunda metade de junho e durante a primeira quinzena de julho foram suficientes para garantir um avanço na média mensal de preços. Isso significa que, embora os valores estejam recuando no momento, o produtor ainda colhe os frutos do bom desempenho observado semanas antes.
Outro ponto positivo destacado pelos pesquisadores é o custo de produção. Com os preços do milho e do farelo de soja – principais componentes da alimentação animal – em queda, o poder de compra do suinocultor paulista frente aos insumos aumentou pelo terceiro mês consecutivo. Esse alívio nos custos tem sido um fator compensatório importante diante da instabilidade nas cotações do animal.











