Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,45 / kg
Soja - Indicador PRR$ 135,76 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 142,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,85 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,95 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,46 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,23 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 8,33 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,29 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 97,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 97,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 107,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 104,71 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 89,57 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 100,92 / cx
Frango - Indicador SPR$ 8,07 / kg
Frango - Indicador SPR$ 8,10 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.183,57 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.046,53 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 89,09 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 82,99 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 99,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 121,33 / cx

Bolsa Suínos SP e MG

Principais praças fecham valores com desequilíbrio e incerteza

A semana começou com certo desequilíbrio na praça de São Paulo, o mercado de suínos em São Paulo teve algumas alterações na manhã desta terça-feira (28/03), onde os negócios já registram R$ 63@, o que representa R$ 3,36Kg. Já em Minas Gerais, divergências fizeram com que a bolsa ficasse em aberto com a sugestão de R$3,60 para a comercialização do quilo do animal vivo.

Principais praças fecham valores com desequilíbrio e incerteza

A semana começou com certo desequilíbrio na praça de São Paulo, onde o mercado de suínos  teve algumas alterações na manhã desta terça-feira (28/03), onde os negócios já registram R$ 63@, o que representa R$ 3,36Kg. Já em Minas Gerais, divergências fizeram com que a bolsa ficasse em aberto com a sugestão de R$3,60 para a comercialização do quilo do animal vivo.

São Paulo: Desequilibrado, preços registram variações acima do esperado

O mercado de suínos em São Paulo teve algumas alterações na manhã desta terça-feira (28/03), onde os negócios já registram R$ 63@, o que representa R$ 3,36Kg. Segundo a APCS, verificou-se  ainda negócios efetuados para grandes volumes  em até R$ 65@, R$ 3,47 Kg (pulverizado). Já em algumas regiões, o valor chegou a R$ 67@, R$ 3,57 Kg.

“O mercado teve algumas alterações, isso significa que está desequilibrado. Este desequilíbrio se dá devido as diferenças de R$ 4@, quando o normal é até R$2@. Isso aconteceu porque os grandes volumes, as vendas com maiores números de cabeças, estão registrando de R$63@ a R$65@ por causa da disputa na ponta do mercado atacadista e varejista pelo animal abatido. Essa disputa no mercado é grande em função do aumento da oferta, em disputa com outros Estados”, conta Ferreira Júnior, presidente da APCS.

Ferreirinha afirma que o custo da produção devido ao preço do milho ainda preocupa. “A expectativa ainda é inquieta também porque temos dois fatores a serem considerados: a macroeconomia política e o aumento do desemprego. Em curto prazo não vejo um cenário favorável”, diz. “A orientação é para que o produtor reduza o custo no que for possível”, acrescenta dizendo que uma melhora significativa é esperada para o final de abril e início de maio.

Minas Gerais: Mercado diverge e preço de R$ 3,60 fica como sugestão

Nesta segunda-feira (28/03),  representantes de frigoríficos e dos produtores de suínos de Minas Gerais estiveram reunidos na sede da Asemg para discutirem o valor de comercialização do quilo do suíno vivo.  Sendo assim, a bolsa de suínos do Estado sugeriu o valor de R$ 60 Kg do animal vivo.

Suinocultores explicitaram que as vendas anteriores ao feriado foram positivas e que os pesos dos animais estão abaixo do valor médio. Segundo dados do Mercominas, a maioria absoluta das comercializações (92%) ocorreram a R$ 3,50, além do preço médio da carcaça no varejo da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH)  ter subido 0,20% e no atacado aumentado 1,91% em relação à semana passada demostrando assim um cenário com viés de alta e pediram o valor de R$3,70 para o fechamento da Bolsa.

Segundo a Asemg, representantes dos frigoríficos discordaram com do valor solicitado e  citaram  que a dificuldade na comercialização, o alto número de inadimplência e as concessões necessária para a venda para grandes redes são responsáveis por um mercado bastante travado e  sugeriram a permanência da Bolsa de R$3,50.

Desta forma a Bolsa ficou em aberto com a sugestão de R$3,60 para a comercialização  do quilo do animal vivo em Minas. A Bolsa tem validade até o dia 04/04, quando haverá nova reunião. Presidente da Asemg, Dr. Antônio Ferraz, disse que o mercado teve uma leve reação após o período de Quaresma/Páscoa. “Sinalizamos uma alta. A expectativa é que se concretiza se não nesta semana, na próxima com certeza, alta de R$0,10Kg”, contou.