Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,37 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,60 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,45 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,76 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,25 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,16 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 8,03 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,16 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 121,71 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 123,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 135,39 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 137,64 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 128,97 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,41 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.177,22 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.054,59 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 144,91 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 120,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 123,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,43 / cx

Origem

Mapa capacita servidores para ampliar Indicação Geográfica de produtos

Objetivo de uma IG é justamente chegar ao produtor para que os alimentos ganhem em qualidade e a sua procedência seja reconhecida.

Mapa capacita servidores para ampliar Indicação Geográfica de produtos

Agregar valor, proteger o produtor das concorrências desleais e das usurpações do nome geográfico estão entre os benefícios de uma Indicação Geográfica (IG), que conferem identidade ao produto de determinada região do País. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) é uma das instâncias de fomento das ações para IG de produtos agropecuários e para multiplicar o uso dessa ferramenta e dar o suporte técnico aos processos de obtenção de registro de IG, realiza entre os dias 27 e 30 de novembro o curso “Processo de Signos Distintivos”.

O encontro reunirá em Paraty, no Rio de Janeiro, servidores das Superintendências Federais da Agricultura dos estados mais o Distrito Federal para discutir sobre novas informações e conhecimentos sobre o tema IG, identificar potenciais regiões para o uso dessa ferramenta de desenvolvimento rural e, entre outros, fortalecer as cadeias produtivas regionais por meio do desenvolvimento de iniciativas e projetos específicos, através do uso de uma nova metodologia prevista pela Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC).

“Nosso trabalho foi sempre muito focado na obtenção do registro, hoje estamos buscando multiplicar esse programa por meio de convênios com Estados. O objetivo é justamente chegar ao produtor para que os alimentos ganhem em qualidade e a sua procedência seja reconhecida”, salientou o secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC), Caio Rocha.

Existem duas espécies ou modalidades de Indicação Geográfica: “indicação de procedência (IP)” e “denominação de origem (DO)”. No Brasil, 14 produtos agropecuários têm registro de IG como “indicação de procedência” e quatro como “denominação de origem”. Entre eles, estão os vinhos da IP Vale dos Vinhedos, no Rio Grande do Sul; o café produzido na Região do Cerrado Mineiro; e a cachaça de Paraty.

Entenda o registro de Indicação Geográfica (IG):

A IG é conferida a produtos ou serviços que são característicos do seu local de origem, o que lhes atribui reputação, valor intrínseco e identidade própria, além de os distinguir em relação aos seus similares disponíveis no mercado. São produtos que apresentam uma qualidade única em função de recursos naturais como solo, vegetação, clima e saber fazer (know-how ou savoir-faire). O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) é a instituição que concede o registro e emite o certificado.