Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,78 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,86 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,43 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,54 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,91 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,69 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 157,42 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 160,54 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 175,87 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 177,63 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 169,12 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,97 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,03 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.171,18 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.066,46 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 166,89 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 152,25 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 157,79 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 167,47 / cx

Exportação

Frango ao Egito

Brasil e Egito discutem oportunidades no setor agropecuário. Acordo entre os dois países prevê exportação de carne frango e outros produtos.

Frango ao Egito

Empresários brasileiros e egípcios do setor agropecuário debaterão possibilidades de negócios entre os dois países. Missão do país árabe deverá vir ao Brasil ainda este semestre. O convite foi feito pelo ministro da Agricultura, Wagner Rossi, ao ministro da Indústria e Comércio do Egito, Rachid Mohamed Rachid, em reunião nesta quinta-feira (5), em Brasília.

Os ministros analisaram novas perspectivas de cooperação bilateral e trocas comerciais a partir do Acordo de Livre Comércio Mercosul-Egito, assinado na última segunda-feira (2). O convênio cria novas oportunidades para exportações de produtos brasileiros como carne de frango, café solúvel, papel e automóveis. 

De acordo com Rachid, o Egito tem interesse em áreas como irrigação, sementes, máquinas agrícolas e etanol. Rossi mencionou a necessidade crescente de compra de fertilizantes, especialmente diante da safra recorde de grãos, de 147 milhões de toneladas, e da colheita recorde de cana-de-açúcar de 660 milhões de toneladas. “Isso indica maior demanda por fertilizantes. Embora haja um esforço para aumentar a produção brasileira, nos próximos anos ainda seremos, seguramente, um grande importador de fertilizantes”, afirmou.

O ministro Wagner Rossi lembrou, ainda, que nos últimos 20 anos a produção agrícola do País cresceu 150%, com a ampliação de apenas 25% da área cultivada. Hoje, toda a produção agrícola e pecuária ocupa apenas 27% do território nacional. “Os ganhos foram em produtividade e ainda temos espaço para incorporar tecnologias de ponta e aumentar a produção”, destacou. Ele ressalta que há mais de 100 milhões de hectares de terras consideradas degradadas no País que podem ser recuperadas, com possibilidade de dobrar a produção sem derrubar nenhuma árvore.

Dados do governo federal apontam que o Brasil tem superávit no comércio agrícola com o Egito. As vendas de produtos agropecuários para aquele país somaram, no primeiro semestre deste ano, US$ 483,1 milhões, enquanto as importações alcançaram apenas US$ 9,5 milhões no mesmo período.  As exportações de carne bovina in natura lideram a pauta de embarques brasileiros, com US$ 162 milhões. As vendas de açúcar bruto chegam a US$ 160,8 milhões e de fumo manufaturado, US$ 45,3 milhões.