Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 65,87 / kg
Soja - Indicador PRR$ 119,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 125,05 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 11,11 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 7,25 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,99 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,75 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 7,01 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 134,20 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 138,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 148,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 150,38 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 128,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 142,37 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,07 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,14 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.174,84 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.056,96 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 141,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 133,11 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 121,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 127,98 / cx

Insumos

Alta do trigo

Cotações têm dia de valorização nas bolsas dos EUA. No entanto, variação acumulada em 2011 e nos últimos 12 meses é negativa.

Uma lufada de otimismo derivada do aparente progresso nos esforços em busca de uma solução para a crise da Grécia motivou a valorização das cotações do trigo na quinta-feira nas bolsas americanas. Em Chicago, os contratos para entrega em março encerraram a sessão negociados a US$ 6,63 por bushel (medida equivalente a 27,2 quilos), em alta de 11,25 centavos de dólar em relação à véspera. Em Kansas, onde se negocia um cereal de melhor qualidade, o mesmo vencimento fechou a US$ 7,3950, ganho de 19,25 cents por bushel.

Mais animado com o futuro da demanda, os players do mercado de trigo esqueceram temporariamente a decepção provocada pelo relatório semanal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) sobre as exportações do país, que vieram um pouco abaixo das expectativas (399,4 mil toneladas). Com a alta de 1,73% registrada na quinta-feira em Chicago, os futuros de segunda posição de entrega (normalmente os de maior liquidez) passaram a acumular valorização de 2,55% em outubro, segundo o Valor Data. Em 2011, a variação acumulada é negativa (19,22%), bem como nos últimos 12 meses (7,88%). Apesar dessas retrações acumuladas, as cotações continuam em elevado patamar, o que ainda alimenta temores globais em relação à inflação dos alimentos