Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,41 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,60 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,45 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,26 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,59 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,16 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,11 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 7,93 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,00 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 121,70 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 123,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 135,39 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 137,64 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 128,91 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,28 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.171,48 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.045,71 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 144,91 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 120,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 123,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,43 / cx

Revista

Suinocultura Industrial em foco: 7 dicas Agroceres PIC - "Como prevenir a síndrome do segundo parto"

Suinocultura Industrial em foco: 7 dicas Agroceres PIC - "Como prevenir a síndrome do segundo parto"

O manejo adequado de fêmeas primíparas na suinocultura é essencial para garantir o sucesso reprodutivo e evitar falhas, como a Síndrome do Segundo Parto (SSP), que afeta a produtividade ao reduzir o número de leitões no segundo parto. A seguir, apresentamos sete orientações técnicas para prevenir essa queda de desempenho e maximizar a eficiência reprodutiva.

  1. Peso Adequado à Primeira Cobertura
    O peso da leitoa na inseminação é crucial. O objetivo é alcançar um ganho de peso de 0,600 a 0,770 kg/dia, com o peso mínimo individual de 135 kg na primeira cobertura. Cerca de 80% das fêmeas devem estar entre 135 kg e 150 kg, e o restante entre 150 kg e 160 kg.
  2. Ambiência na Sala de Maternidade
    Manter a temperatura adequada, de 21°C no parto e gradualmente reduzida a 19°C durante a lactação, é essencial para estimular o consumo de ração e o desenvolvimento saudável das fêmeas.
  3. Atendimento ao Parto
    Monitorar o parto é fundamental. As fêmeas não devem ter jejum superior a seis horas, e o parto deve ser inspecionado a cada 20 minutos. Medidas não invasivas, como massagens e mudança de posição, ajudam a garantir a saúde da fêmea durante a lactação.
  4. Manejo Alimentar Pós-Parto
    O fornecimento de ração ad libitum após o parto é essencial para garantir a produção de leite e evitar a mobilização excessiva de reservas corporais. Água disponível em abundância também é determinante para o consumo de ração.
  5. Cuidados Durante a Lactação
    O período mínimo de recuperação uterina é de 18 dias, e o desmame não deve ocorrer antes desse período, exceto em casos de doenças. Em lactações prolongadas, monitore o desgaste corporal e ajuste o manejo se necessário.
  6. Curva de Arraçoamento Pós-Cobertura
    A correta mensuração do estado corporal das fêmeas permite ajustes na alimentação, garantindo melhor recuperação e desempenho reprodutivo. O uso do Caliper ajuda na avaliação precisa da condição corporal.
  7. Protocolos de Inseminação
    Atenção especial deve ser dada às fêmeas primíparas durante a inseminação intrauterina. Caso haja resistência ao cateter, a técnica de inseminação artificial tradicional com a presença do macho pode ser uma solução eficiente.

Essas práticas são essenciais para otimizar o manejo das primíparas, evitando a Síndrome do Segundo Parto e garantindo a longevidade e produtividade das fêmeas na granja