Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,17 / kg
Soja - Indicador PRR$ 119,54 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 124,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 11,10 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 7,05 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,75 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,73 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,79 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 146,72 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 150,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 162,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 163,73 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 139,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 155,32 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,92 / kg
Frango - Indicador SPR$ 6,98 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.168,03 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.058,24 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 155,03 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 143,27 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 126,06 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,73 / cx

Mercado Externo

Restaurantes da França são obrigados a indicar origem da carne

O ministro da Agricultura, Julien Denormandie, citou qualidade do frango brasileiro

Restaurantes da França são obrigados a indicar origem da carne

Os restaurantes, refeitórios escolares e cantinas na França deverão indicar a origem da carne servida nos pratos a partir de 1º de março, segundo um decreto publicado nesta quinta-feira (27) e que amplia a medida já vigente para a carne bovina.

Segundo o Diário Oficial, essa indicação, que deve mencionar o país onde os animais foram criados e onde foram sacrificados, será aplicada também durante uma fase inicial de 2 anos para a carne de aves, de ovelha, suína e de cabra.

“Esperávamos este decreto há dois anos e meio. Os cidadãos querem saber de onde vem a carne que comem no restaurante e se é francesa. Isso os deixa tranquilos”, afirmou Anne Richard, diretora da Inaporc, que reúne o setor suíno.

A medida, que só era obrigatória desde 2002 para a carne bovina após a crise da vaca louca, será aplicada para as “carnes que os restaurantes comprarem cruas e não para as carnes compradas já preparadas ou cozidas”, segundo o decreto.

O ministro da Agricultura, Julien Denormandie, explicou recentemente que respondem a uma exigência legítima dos cidadãos que desejam um melhor rastreamento e a “conscientização de que a nutrição tem um impacto muito forte na saúde”.

“Um frango brasileiro ou ucraniano não tem nada a ver com um frango francês, o que vale também para todas as carnes”, declarou nesta quinta-feira Denormandie, que afirmou que “mais de 50%” da carne de aves servida nos restaurantes é importada.

O ministro defende a soberania alimentar da França e que a União Europeia (UE) adote medidas para proteger um determinado nível de qualidade contra produtos mais baratos, mas vistos como mais pobres nutricionalmente e mais contaminantes.

“Nos países da América do Sul ainda são usados antibióticos para o crescimento, portanto a contribuição nutricional é diferente e isso afeta diretamente o consumidor”, disse Denormandie, para quem essa é uma luta “econômica e gastronômica”.

A medida estará em vigor até 29 de fevereiro de 2024, devido a uma fase de experimentação negociada com a Comissão Europeia.