Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,43 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,44 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,45 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,76 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,25 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,15 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 8,14 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,16 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 121,36 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 122,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 135,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 137,64 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,27 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 128,97 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,41 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.178,26 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.054,59 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 142,31 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 120,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 123,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,43 / cx

Associação

Com peste suína na China, MS vislumbra oportunidades de mercado

Asumas recomenda que produtores redobrem cuidados sanitários

Com peste suína na China, MS vislumbra oportunidades de mercado

O maior produtor de carne suína do mundo vive uma crise sem precedentes. A peste suína invadiu a China e mais de 1 milhão de porcos já foram abatidos, na tentativa de conter o avanço da doença. Enquanto isso, o Brasil reforça a vigilância e se prepara para uma nova fase no mercado mundial de suínos.

Dados do Rabobank, publicados pela Folha de SP, mostram que a doença deve afetar cerca de 30% da produção de suínos da China, deixando um enorme vácuo no mercado internacional de proteínas. O Brasil é atualmente o 4º maior produtor de carne suína, com 44 milhões de animais abatidos em 2018, segundo o IBGE.

A Asumas (Associação Sul Motogrossense de Suinocultores), recomenda que todos os suinocultores de Mato Grosso do Sul reforcem as medidas de biossegurança, mantendo todos os controles de entrada e saída das granjas. “Primeiramente temos que nos assegurar de que a doença não chegue aqui, por isso é necessário manter cercas de contenções efetivas e não receber visitas de pessoas vindas da Ásia”, afirma o presidente da Asumas, Alessandro Boigues.

O segundo passo é se preparar para uma nova fase da suinocultura, com preços mais altos e grande demanda internacional pela proteína. “A avanço da doença na Ásia vai abrir uma grande oportunidade para as ampliações de produção previstas em nosso Estado, já vemos acelerando a evolução nos preços do suíno vivo, favorecendo produtores a ter viabilidade em sua atividade”, destaca Boigues.

Conforme especialistas da área, não há suíno suficiente no mundo para atender a demanda aberta pela China, o que deve contribuir para expansão na exportação de todas as proteínas. “Novos tempos virão, mas para isso se permanecer temos q proteger nossos rebanhos e continuar produzindo com qualidade”, ressalta o presidente da Asumas.