Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,84 / kg
Soja - Indicador PRR$ 127,12 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,06 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,62 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,80 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,29 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,18 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 8,23 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,21 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 106,88 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 110,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 119,39 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 120,92 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 98,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 112,05 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,53 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.174,75 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.050,37 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 130,84 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 109,10 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 112,48 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 125,23 / cx

Insumos

Milho: colheita dos EUA pesa no mercado de preços

Aumento da oferta imediata do produto com o avanço da colheita norte-americana pode pressionar ainda mais os preços do grão.

Com a colheita da safra de milho 2013/14 em andamento nos Estados Unidos, o mercado já sente o peso da entrada do cereal norte-americano. Mesmo com 12% da produção retirados das lavouras até o último dia 30, o que traduz um atraso frente ao ano passado, o mercado já precifica o aumento da oferta do produto. É o que avaliam os analistas do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Como explica Ângelo Ozelame, o principal reflexo deste cenário é a queda nas cotações do cereal. De acordo com o analista, na primeira semana de outubro, os principais contratos futuros do milho sofreram queda na Bolsa de Chicago. O contrato para dezembro de 2013 apresentou, na última semana, as piores cotações desde a sua abertura, encerrando a US$ 4,39/bushel as sessões de terça-feira e quarta-feira.

“Estamos vendo preços baixos porque a safra norte-americana está entrando e o mercado já precifica isso”, frisa. Estimativa do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) é que a produção no país seja superior a 350 milhões de toneladas, patamar 30% acima do último ano agrícola.

A expectativa de mercado é de que os fundamentos baixistas continuem ao longo desta safra. Além da produção dos EUA, a também produzida na América do Sul deve contribuir com o excedente da commodity.

Em curto prazo, lembra Ângelo Ozelame, o aumento da oferta imediata do produto com o avanço da colheita norte-americana pode pressionar ainda mais os preços do grão.

“O produtor deve esperar novos números para ver como serão as definições de mercado”, observa o especialista.