Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,78 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,86 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,43 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,54 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,91 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,69 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 157,42 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 160,54 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 175,87 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 177,63 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 169,12 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,97 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,03 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.171,18 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.066,46 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 166,89 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 152,25 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 157,79 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 167,47 / cx

Economia

Carnes: Países em desenvolvimento são e serão os vetores da demanda

A Ásia deve ter um aumento de 58% no consumo de carnes, a África em torno de 10%. Todavia, o crescimento maior é na demanda por aves, em 48%. O suíno fica em segundo lugar, com 31,21% e o bovino em 17,20%.

Carnes: Países em desenvolvimento são e serão os vetores da demanda

No Circuito Expocorte 2014 iniciado em Cuiabá (MT), a primeira palestra do dia: “Cenários da Indústria de Carne e Perspectivas a 2022 – 2014 um divisor de águas”, pelo consultor especialista no segmento de proteína animal, Osler Desouzart, indicou um aumento na produção mundial de carnes e na expansão demográfica. Ele afirmou que os países em desenvolvimento são e serão os vetores da demanda.

A Ásia deve ter um aumento de 58% no consumo de carnes, a África em torno de 10%. Todavia, o crescimento maior é na demanda por aves, em 48%. O suíno fica em segundo lugar, com 31,21% e o bovino em 17,20%. O especialista fez ainda um prognóstico para 2022, dizendo que o consumo brasileiro por carnes será superior ao dos Estados Unidos e que a África e a Ásia concentrarão maior demanda de carnes no futuro e que menos dispõem de água. Dentro disso, a inelasticidade de recursos naturais vai fazer com que a produção do frango prevaleça.

De acordo com Desouzart, nesse panorama, a carne bovina não vai desaparecer, mas deve virar um artigo de luxo. “Entretanto, haverá produção suficiente porque todos os setores vão crescer até 2022. A carne bovina, por exemplo, deve crescer, 1,5% ao ano”, exemplificou.

Em outras notícias, a China deve se tornar grande importador de milho. O grão terá preços firmes, assim como a carne. “A saúde animal é o que pode prejudicar o setor, uma vez que a dieta humana deve migrar para a proteína”, declarou, acrescentando, que o bom quadro de demanda e a falta de animais devem persistir até 2016. Já a demanda asiática continuará forte até 2022.