
Mesmo que na primeira quinzena de junho o mercado de suíno nas principais praças, Minas Gerais e São Paulo, tenha apresentado um desempenho satisfatório, as últimas duas semanas estão se mostrando bem abaixo da expectativa dos suinocultores. Julho iniciou para os paulistas sem nenhuma referência. Segundo a presidente da APCS, Ferreira Júnior, talvez na tarde desta terça-feira (05/07) a entidade publique alguma referência. Em Minas Gerias, a bolsa de suínos sugeriu a comercialização do quilo do animal vivo R$ 4,50.
Minas Gerais

A Bolsa de Suínos de Minas Gerais realizada nesta segunda-feira (04/07), entre representantes dos produtores e frigoríficos sugere a comercialização do quilo do animal vivo em R$4,50, com validade até o dia 11 de julho, quando haverá nova reunião.
O presidente da Associação dos Suinocultores do Estado de MG, Antônio Ferraz, explica que o mercado de outros estados está desequilibrando a praça mineira. “Em Minas o mercado está controlado, equilibrado, mas o que está havendo é uma super oferta do Mato Grosso e do Paraná”, conta.
Ferraz acredita que nas próximas haverá menor oferta e o mercado tende a voltar a crescer. “A gente espera uma reação nas próximas três semanas. Mas, por enquanto estamos com o preço de referência a R$ 4,50”, concluí.
São Paulo

Excepcionalmente a bolsa de suínos de São Paulo, após 3 horas, fechou nesta segunda sem nenhuma referência. “Não conseguimos chegar a um consenso de referência. Há uma distorção de preços tanto do animal vivo quanto do abate e isso fez com que não houvesse uma equação”, conta Ferreira Júnior.
Ferreira enfatizou que por este motivo, a APCS poderá ainda nesta terça-feira publicar alguma referência. “A novidade é que talvez a associação publique alguma referência. Mas, o mercado está muito delicado, demonstrando uma grande incerteza, com demasiada especulação. Hoje estamos sangrando muito”, concluí.











