Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,43 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,44 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,45 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,76 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,25 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,15 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 8,14 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,16 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 121,36 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 122,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 135,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 137,64 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,27 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 128,97 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,41 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.178,26 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.054,59 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 142,31 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 120,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 123,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,43 / cx

Mercado

Brasil exporta 713 mil toneladas de carne suína: Cepea destaca avanço de 17,5% no volume

Alta na demanda asiática e novos mercados sustentam receita recorde no semestre

Brasil exporta 713 mil toneladas de carne suína: Cepea destaca avanço de 17,5% no volume

O Brasil alcançou volumes e receitas recordes nas exportações de carne suína no primeiro semestre de 2025. Levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), aponta que, de janeiro a junho, os embarques somaram 713,4 mil toneladas, resultado 17,5% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

A receita obtida com as vendas externas também apresentou crescimento expressivo, totalizando R$ 9,82 bilhões no acumulado de seis meses. O valor representa alta de 49% em relação ao primeiro semestre de 2024.

De acordo com pesquisadores do Cepea, o desempenho histórico está associado principalmente ao aumento da demanda de grandes parceiros comerciais asiáticos, como China, Japão e Filipinas. Além desses destinos tradicionais, mercados alternativos na África, incluindo Angola e Libéria, também ampliaram suas compras no período.

O resultado reforça o protagonismo da proteína suína brasileira no comércio global e pode contribuir para a sustentação dos preços internos e geração de divisas ao longo do segundo semestre.