Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,14 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,27 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,21 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,92 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,59 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,80 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,49 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 162,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,79 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 182,53 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 168,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,31 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.165,57 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.066,54 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 173,28 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 155,39 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 161,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 169,99 / cx

Bioenergia

Programa oferece placas solares e promove o acesso à energia em comunidades da Amazônia

Desde que surgiu em 2020, o projeto tem como meta levar energia, apenas com placas solares, para cerca de 1 milhão de pessoas na região da Amazônia Legal

Programa oferece placas solares e promove o acesso à energia em comunidades da Amazônia

Ao fornecer energia solar por meio de painéis fotovoltaicos e baterias para armazenamento, o programa “Mais Luz para a Amazônia” possibilita melhorias significativas nessas comunidades.  Desde que surgiu em 2020, o projeto tem como meta levar energia, apenas com placas solares, para cerca de 1 milhão de pessoas na região da Amazônia Legal.

“São vilarejos ou pequenos grupos de pessoas que estão muito longe dessa fonte de energia e, levar energia até essas pessoas é difícil, porque você teria que levar a linha de transmissão até uma região muito distante e muitas vezes tendo que atravessar florestas ou região de rios”, explica Vinícius Oliveira, especialista em energia do Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA).

“A partir do momento que você leva alimento para essas pessoas, você tem uma revolução local. Permite que pessoas possam fazer cursos a longa distância porque agora tem energia, acesso à comunicação. Postos de saúde podem ser implementados, ou seja, vacinas e alguns medicamentos podem estar nas comunidades, não dependem de um ter um transporte de longa distância”, ressalta Vinícius.

Conforme destaca o especialista, a escolha da energia solar como tecnologia principal para o programa se deve aos custos e à facilidade de instalação dos painéis fotovoltaicos, tornando-os a opção mais viável para a região da Amazônia.