Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,69 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,19 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,54 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 11,32 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 7,54 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 7,32 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 7,24 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 7,25 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 7,43 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 121,86 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 121,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 136,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 137,37 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,20 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 128,63 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,16 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,24 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.174,88 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.054,08 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 143,72 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 121,50 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 121,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 129,98 / cx

Exportação de frango cresce no Paraná (CLIPPING)

O incremento dos negócios está sendo possível principalmente por causa da intensificação das vendas ao mercado europeu.

Redação AI 03/07/2001 13:57 – O aumento nas exportações brasileiras de carne de frango estimula empresas paranaenses a ampliarem a produção direcionada ao exterior. Existem no Estado 28 delas, das quais 25 são credenciadas ao Serviço de Inspeção Federal (SIF), portanto autorizadas a trabalhar no mercado internacional.

O incremento dos negócios, segundo Paulo Ferreira Muniz, presidente da Associação dos Abatedouros e Produtores Avícolas do Paraná (Avipar), está sendo possível principalmente por causa da intensificação das vendas ao mercado europeu.

De acordo com dados da Associação Brasileira de Produtores e Exportadores de Frango (Abef), a exportação brasileira de carne de frango bateu todos os recordes em maio deste ano, embarcando 110,5 mil toneladas, ante 70,8 mil do mesmo mês em 2000, o que representa elevação de 56%. Na balança cambial, o desempenho foi melhor ainda, com US$ 121,3 milhões, o que representa aumento de 60,7% em comparação ao movimento de igual período do ano passado.

Muniz observa que a União Européia, nos cinco primeiros meses deste ano, comprou 99,7 mil toneladas, 125% a mais que no mesmo período anterior. Por causa da desvalorização do real frente ao dólar, a receita cambial elevou-se a índices maiores, atingindo 184% (US$ 175,7 milhões).

“Os europeus estão substituindo a carne bovina pela de aves, como reflexo da vaca louca e da ocorrência de febre aftosa”, comenta Muniz. Na opinião dele, a tendência da mudança alimentar por questões de saúde é reforçada ainda pela “reflexão profunda” a respeito do interesse daquela região em continuar produzindo frango.

“Eles têm grande produção em espaço pequeno e enfrentam sérios problemas tanto nos aspectos sanitários quanto ambientais, porque não sabem o que fazer com os dejetos”, salienta. Mesmo que os europeus não desativem totalmente a produção, Muniz acredita que o abate não voltará aos mesmo níveis de antes.