Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,41 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,60 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,45 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,26 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,59 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,16 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,11 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 7,93 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,00 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 121,70 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 123,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 135,39 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 137,64 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 128,91 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,28 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.171,48 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.045,71 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 144,91 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 120,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 123,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,43 / cx

Paraná já ultrapassa SP e SC na produção de pintainhos

O avanço se deve ao aumento das exportações de frango pelo Estado.

Redação AI 18/02/2003 – O Paraná já é o maior produtor de pintos de corte do Brasil. O avanço se deve ao aumento das exportações de frango pelo Estado. A liderança foi constatada no último levantamento anual da Apinco – entidade que reúne os produtores em âmbito nacional. Os produtores paranaenses estão confiantes na tendência de aumento do consumo no setor, explica o diretor da Avipar, Ícaro Fletchter.

Os três maiores produtores de pintainhos são o Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Os produtores paulistas perderam a liderança do ranking desde 2000. No ano passado caíram de segundo, para terceiro lugar. O estado de Goiás também está crescendo sensivelmente: saiu do vigésimo para o oitavo lugar entre os maiores produtores brasileiros no período de dois anos.

O veterinário Alexandre Jacewicz, assessor do departamento técnico-econômico da Federação da Agricultura (Faep), acredita que, no caso paranaense, o aumento da produção é decorrência do aumento da demanda, que por sua vez, decorre da qualidade da carne produzida no Estado. “Há muitos anos foi erradicada a doença de new castle no Paraná”, justifica.

Além da sanidade das aves, destaca o especialista, a alimentação é feita sem o emprego de produtos transgênicos, recusado pelos consumidores europeus. A carne de ave produzida com produtos convencionais dá maior visibilidade à oferta paranaenses nos exigentes mercados da Comunidade Européia e Oriente Médio.