Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,43 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,44 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,45 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,76 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,25 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,15 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 8,14 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,16 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 121,36 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 122,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 135,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 137,64 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,27 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 128,97 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,41 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.178,26 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.054,59 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 142,31 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 120,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 123,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,43 / cx

Você sabia que o calendário vacinal dos suínos é tão estratégico quanto o de humanos?

Doenças reprodutivas, respiratórias e sistêmicas fazem das vacinas um dos pilares invisíveis da sanidade dos plantéis

Você sabia que o calendário vacinal dos suínos é tão estratégico quanto o de humanos?

Embora pouco lembradas fora do ambiente técnico, as vacinas aplicadas nos planteis suinícolas são responsáveis por evitar perdas econômicas significativas e garantir o bem-estar dos animais. Um conjunto de imunizações compõe o “kit básico” de biosseguridade das granjas brasileiras, atuando desde a fase de reprodução até o pós-desmame.

Entre as principais vacinas, destacam-se:

  • Leptospirose: fundamental para prevenir abortos e problemas reprodutivos que podem comprometer toda a eficiência das matrizes.

  • Parvovirose: evita reabsorções e mumificações fetais, problemas silenciosos que reduzem drasticamente o número de leitões nascidos.

  • Mycoplasma: reduz a pneumonia enzoótica, uma das doenças respiratórias mais recorrentes nas criações intensivas.

  • Erisipela: protege contra lesões cutâneas, artrite e até morte súbita — enfermidades que impactam tanto o bem-estar quanto o ganho de peso.

  • Circovirose: um dos imunizantes mais estratégicos, por prevenir a síndrome multissistêmica de definhamento pós-desmame, uma das maiores causas de prejuízo em granjas comerciais.

Outras vacinas aparecem como essenciais em programas de proteção ampliada, incluindo:

  • Colibacilose, aplicada em matrizes para garantir proteção passiva aos leitões recém-nascidos.

  • Peste Suína Clássica, doença viral altamente contagiosa e letal, cujo uso de vacina é controlado por autoridades sanitárias.

  • Rinite Atrófica, que evita deformidades nasais, dificuldades respiratórias e queda de desempenho.

  • Doença de Aujeszky, conhecida por seus impactos respiratórios, reprodutivos e neurológicos.

Apesar da lista extensa, especialistas lembram que nenhum programa vacinal é padronizado: ele deve sempre seguir orientações técnicas e regulamentações oficiais — especialmente para doenças de controle sanitário obrigatório.

Em um cenário de produção intensiva e mercados cada vez mais exigentes, a vacinação deixa de ser apenas uma medida de prevenção: torna-se um componente estratégico para garantir produtividade, sanidade e competitividade da suinocultura brasileira.