Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,39 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,13 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,49 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,17 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,87 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,64 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,58 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,74 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 156,89 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 165,50 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,79 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 183,67 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 168,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,31 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.165,62 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.066,13 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 173,89 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 155,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 157,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 162,79 / cx

Sanidade

Surtos de Peste Suína Africana na Espanha colocam produtores britânicos em alerta máximo

Produtores britânicos sob alerta máximo devido a surtos de Peste Suína Africana na Espanha. Conheça os riscos e precauções essenciais

Surtos de Peste Suína Africana na Espanha colocam produtores britânicos em alerta máximo

Na sequência dos recentes surtos de Peste Suína Africana (PSA) confirmados em Espanha, a indústria suinícola do Reino Unido foi instada a reforçar imediatamente os seus protocolos de biossegurança. Julian Sparrey, diretor técnico da Livetec Systems, alertou que os casos espanhóis são um reflexo da situação atual da doença na Europa e servem como um aviso sério sobre a necessidade de planos de contingência robustos.

Embora o risco imediato para as explorações britânicas não tenha mudado estatisticamente, a complacência pode ser fatal: a chegada do vírus resultaria na proibição de movimentação de animais por, pelo menos, 40 dias nas zonas afetadas, paralisando o comércio.

Especialistas apontam que a rota de entrada mais provável do vírus no Reino Unido continua a ser através de carne contaminada importada ilegalmente ou não declarada. Sparrey aconselha os produtores a reverem todas as vias de transmissão, desde a higiene de veículos e visitantes até ao contacto direto com javalis e porcos selvagens.

“O contacto nariz com nariz pode criar vias de transmissão difíceis de monitorizar. Medidas como vedações duplas para impedir invasões podem ser justificadas em áreas de maior risco”, explicou.

Além do reforço nas infraestruturas, a ênfase recai sobre a preparação estratégica. A Livetec Systems, juntamente com o AHDB e a Associação Nacional de Suinocultores (NPA), tem liderado workshops para preparar o setor.

O conselho é claro: aproveitar o tempo atual para realizar auditorias externas de biossegurança, pois é difícil identificar vulnerabilidades na própria exploração. Proprietários de raças raras também são aconselhados a garantir instalações de quarentena, o que poderia salvaguardar os seus animais do abate sanitário em cenários epidemiológicos específicos.