Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,37 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,60 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,45 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,76 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,25 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,16 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 8,03 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,16 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 121,71 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 123,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 135,39 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 137,64 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 128,97 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,41 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.177,22 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.054,59 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 144,91 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 120,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 123,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,43 / cx

SUINOCULTURA

Entrevista: diretora técnica da ABCS fala das melhorias na suinocultura nas últimas décadas e desafios futuros

Entrevista: diretora técnica da ABCS fala das melhorias na suinocultura nas últimas décadas e desafios futuros

Há quase sete décadas, a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) iniciava sua jornada em Estrela (RS), marcando um capítulo essencial na evolução da suinocultura brasileira. A partir de 1955, a ABCS lidera ações que auxiliam o desenvolvimento da suinocultura nacional. Em entrevista à Tv Agrimídia, Charli Ludtke, médica-veterinária e diretora técnica comercial da ABCS, comenta parte desta trajetória da entidade e pontos cruciais na produção suinícola nas últimas décadas.

Transformações na suinocultura: do porco banha para o suíno light

A suinocultura brasileira não foi apenas testemunha, mas protagonista de significativas transformações sob a tutela da ABCS. Ludtke destaca: “Conseguimos resolver muitas doenças de alto impacto, não só no melhoramento genético. Passamos do porco banha para o suíno light, incorporando a inseminação artificial e buscando não apenas ser importadores, mas também exportadores de material genético.”

O aprimoramento do rebanho suíno no país revolucionou desde a genética até a abordagem na criação. “Na década de 50, muitos produtores decidiram criar uma entidade representativa, apoiada pela indústria. Tínhamos os primeiros SIFs e frigoríficos, iniciando a importação de animais e reprodutores. Ao longo desses quase 70 anos, a ABCS registrou quase 8 milhões de reprodutores por meio do registro genealógico.”

A médica-veterinária ressalta também as vitórias sobre doenças como a febre aftosa e a peste suína clássica: “Driblamos a aftosa e estamos caminhando para sermos livres sem vacinação. Enfrentamos a peste suína africana e hoje nos resguardamos.”

ABCS EM AÇÃO

Desde 2005, a ABCS tem sua sede executiva em Brasília (DF), onde conduz trabalhos administrativos e equipes de política, técnica e marketing. Essa mudança estratégica fortaleceu parcerias com instituições como Sebrae, Senar e associações afiliadas, consolidando a ABCS como referência no setor.

Nos últimos anos, a aproximação com a Frente Parlamentar da Agropecuária e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) possibilitou à ABCS ser atendida em suas reivindicações, demonstrando o papel crucial da associação na defesa e promoção da suinocultura brasileira.

Confira a entrevista completa com Charli Ludtke, médica-veterinária e diretora técnica comercial da ABCS:

https://youtube.com/watch?v=P_AF9s9Hn3I