Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,14 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,27 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,21 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,92 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,59 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,80 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,49 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 162,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,79 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 182,53 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 168,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,31 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.165,57 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.066,54 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 173,28 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 155,39 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 161,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 169,99 / cx

Preços agrícolas sobem 3,4% em SP

O índice de preços recebidos (IPR) pelos produtores agropecuários paulistas, pesquisado pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA) - vinculado à Secretaria de Agricultura do Estado -, confirmou as expectativas e encerrou a segunda quadrissemana de agosto com variação positiva de 3,38%, 0,86 ponto percentual a menos que no período anterior.

Da Redação 17/08/2004 – 06h35 – O índice de preços recebidos (IPR) pelos produtores agropecuários paulistas, pesquisado pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA) – vinculado à Secretaria de Agricultura do Estado -, confirmou as expectativas e encerrou a segunda quadrissemana de agosto com variação positiva de 3,38%, 0,86 ponto percentual a menos que no período anterior.

A desaceleração já era esperada por Nelson Batista Martin, diretor do IEA, que projeta para o acumulado do mês alta de 2% do IPR. Ainda assim será uma variação considerável, levando-se em conta a queda das cotações externas de commodities como algodão, soja, milho e trigo e seus reflexos nos preços domésticos.

Na segunda quadrissemana do mês, a valorização foi puxada, uma vez mais, pela forte alta dos preços das chamadas olerícolas – batata (32,28%), cebola (73,35%) e tomate (104,55%) -, que estão com a oferta mais curta este ano e seguem suscetíveis às variações climáticas. As três altas levaram o grupo de produtos de origem vegetal a registrar variação positiva de 3,78% no intervalo. Mas, apesar do ganho médio do grupo, Nelson Martin destacou a retração do trigo (25,39%), decorrente do início da colheita no país e da queda de cotações no mercado internacional.

Já o grupo de produtos de origem animal subiu, em média, 2,67%, puxado por aumentos nos preços pagos aos produtores de boi (2,82%), leite (3,77%), ovos (7,84%) e suínos (7,85%). A tendência é que os produtos animais continuem sustentados nos próximos meses, uma vez que a atual fase de entressafra do boi – importante fator de sustentação – deverá ter seu pico em novembro próximo.

No atacado paulista, os preços agrícolas registraram alta de 0,5% na semana entre os dias 5 e 12 de agosto em relação à semana anterior, conforme levantamento da MSConsult com base em uma cesta de 14 produtos (soja, café, algodão, carnes, açúcar, arroz, feijão, milho, tomate, batata, trigo, leite, ovos e laranja). A batata foi o produto que mais subiu (8,3%). Já o tomate, no atacado, recuou 21,8%.