Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,78 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,86 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,43 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,54 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,91 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,69 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 157,42 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 160,54 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 175,87 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 177,63 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 169,12 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,97 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,03 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.171,18 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.066,46 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 166,89 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 152,25 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 157,79 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 167,47 / cx

Economia

Governo promete "reciprocidade" se Argentina vetar alimentos brasileiros

"Isso serve para qualquer parceiro, do Uruguai à Mongólia", diz secretário. Governo confirma que empresas argentinas estão cancelando compras.

O secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Welber Barral, afirmou nesta quarta-feira (26) que, caso o governo argentino opte por bloquear a importação de produtos alimentícios de outros países que tenham similares produzidos no mercado local, conforme rumores da imprensa daquele país, a “reciprocidade” poderá ser adotada pelo Brasil.

“Isso serve para qualquer parceiro comercial, do Uruguai à Mongólia. O Brasil trata parceiro comercial com base na reciprocidade”, disse Barral, em tom semelhante ao adotado pelo ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, há algumas semanas atrás. Naquele momento, o ministro disse que o governo brasileiro poderia retaliar a Argentina caso os rumores de veto a produtos brasileiros se confirmasse.

Barral observou, porém, que até o momento ainda não há nenhuma confirmação oficial por parte do governo argentino sobre a possibilidade de bloqueio a produtos alimentícios de outros países. “A presidente do país [Cristina Kirchner] está dizendo que não há hada. Estamos pedindo que o governo argentino faça uma declaração formal sobre isso”, disse ele.

O secretário acrescentou ainda que quase não há produtos brasileiros parados na fronteira com a Argentina, mas disse que há cancelamentos de produtos nacionais por empresas do país vizinho. “Se isso continuar, vamos tomar medidas das mais diversas”, afirmou Barral.

Barral cnegou a elencar alguns produtos argentinos que poderiam ser alvo da retaliação brasileira: vinhos, pêssego e ameixa, entre outros. O Ministério do Desenvolvimento informou ainda que uma eventual retaliação brasileira teria um impacto maior para a Argentina, que exporta US$ 2 bilhões por ano em alimentos para o Brasil, do que para a economia nacional – que a compra de US$ 500 milhões do Brasil no país vizinho.