Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,10 / kg
Soja - Indicador PRR$ 119,36 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 124,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 11,13 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 7,09 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 7,08 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,79 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,71 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,76 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 146,68 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 150,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 162,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 163,73 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 139,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 155,32 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,99 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,05 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.172,98 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.058,60 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 155,03 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 142,31 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 126,06 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,73 / cx

Abiecs estima exportação de 230 mil toneladas de carne suína em 2001

Entre os mercados alvo do Brasil, de acordo com o presidente da associação, estão a Europa e o Japão.

Redação SI 05/09/2001 10:55 – “O Brasil deverá exportar 230 mil toneladas de carne suína em 2001”. A afirmação é de Enio Marques Pereira, presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiecs), feita durante o 13o. Seminário de Marketing Rural da ABMR, em São Paulo. De acordo com o dirigente, o País está de olho no mercado europeu e no Japão para introduzir a carne suína brasileira. “Os problemas sanitários na Europa estão dando fôlego ao setor produtivo de carnes do Brasil”, diz Enio. “E se a carne suína conseguir entrar com efetividade no mercado europeu, o caminho para o Japão não deverá mais ter obstáculos”.

Mercado interno – Enio afirmou ainda que as fusões ou parcerias entre as empresas produtoras de carnes para incrementar as exportações, como fizeram a Sadia e a Perdigão ao criar a BRF Trading Company, devem estender-se também para o mercado interno. “Não acho difícil a união dessas empresas para atuar no comércio nacional”. Porém, o dirigente só garante o sucesso dessas parcerias se a distribuição de renda do consumidor brasileiro aumentar. “Se a renda aumenta, o consumo sobe”, analisa.