Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,10 / kg
Soja - Indicador PRR$ 119,36 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 124,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 11,13 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 7,09 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 7,08 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,79 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,71 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,76 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 146,68 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 150,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 162,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 163,73 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 139,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 155,32 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,99 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,05 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.172,98 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.058,60 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 155,03 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 142,31 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 126,06 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,73 / cx

Coopercentral Aurora inaugura indústria de suínos de Joaçaba em abril

Com um investimento de R$ 15 milhões, Aurora constrói sua sétima unidade industrial de carnes em Joaçaba (SC).

Redação SI 01/03/02 – Maior abatedora de suínos de Santa Catarina, a Cooperativa Central Oeste Catarinense, a Coopercentral Aurora, anunciou que está em fase final a construção da nova indústria para abate de suínos no município de Joaçaba. De acordo o diretor industrial da Aurora, Vincenzo F. Mastrogiacomo, a unidade começou a ser construída em fevereiro de 2001 e será inaugurada em 10 de abril, totalizando investimentos da ordem de R$ 15 milhões.

O frigorífico ocupa uma área de 20 hectares do Distrito Industrial de Joaçaba e constitui-se de planta industrial de 15.000 metros quadrados de área coberta, com capacidade para industrializar 200 suínos por hora. A produção inicial será de 1.000 suínos/dia, chegando até o final deste ano a 1.500. Em 2003, em plena carga, o frigorífico processará 2.500 suínos por dia.

Aproximadamente 150 novos empregos diretos serão gerados imediatamente pela nova unidade Aurora. Segundo Mastrogiacomo, quando todo o complexo estiver plenamente instalado o número de novos empregos diretos e indiretos atingirá a 600. As obras civis já estão concluídas, incluindo portaria, administração, vestiários e refeitório, pocilgas, linha de abate, resfriamento, congelamento, estocagem e expedição. A linha industrial, inclusos os setores de choque, sangria, escaldagem, depilação e chamuscador, ainda está em fase de montagem e testes.

O sistema de tratamento de efluentes está concluído e testado, compondo-se de sete lagoas de decantação, peneiras, decantadores e flotadores. A água será captada em riacho e em poço profundo, armazenada em lago artificial para ser utilizada no processo industrial, após o que será novamente tratada e devolvida ao riacho. A rede de alimentação de energia elétrica também encontra-se instalada.

União – Para viabilizar o suprimento de matéria-prima, as quatro filiadas da Coopercentral Aurora que atuam no Meio Oeste catarinense, assumiram o compromisso de expandir a base produtiva, hoje formada por 600 suinocultores e 700 suínos/dia, para alocação diária, na fase inicial, de pelo menos 1.000 animais. As cooperativas de Joaçaba (Cooperio), de Campos Novos (Coopercampos), de Videira (Coopervil) e de Lacerdópolis (Colacer) estão incrementando a assistência técnica e extensão rural para suprir a futura demanda.

O vice-presidente da Coopercentral Aurora, José Zeferino Pedrozo, acredita que a criação de suínos continua sendo a atividade que maior estabilidade proporciona ao produtor rural, especialmente quando participa de sistema integrado de produção agroindustrial. Pedrozo destaca que o ciclo agroindustrial do grande Oeste catarinense, pólo avícola e suinícola latino-americano, não está exaurido: “Ao contrário, graças ao cooperativismo, está reciclando-se, modernizando-se e gerando renda ao produtor e riquezas para o país”, afirma.

A nova indústria injetará na economia regional, em suas diversas fases, de R$ 4 milhões a R$ 8 milhões mensais em salários, matérias-primas, insumos, impostos e fornecedores. “O frigorífico vai revitalizar a economia do Meio Oeste”, comemora o diretor industrial Vincenzo Mastrogiacomo.