Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,14 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,27 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,21 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,92 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,59 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,80 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,49 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 162,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,79 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 182,53 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 168,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,31 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.165,57 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.066,54 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 173,28 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 155,39 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 161,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 169,99 / cx

Argentina aceita redução de TEC do milho

A Argentina voltou atrás e aceitou a redução da tarifa de importação do Mercosul para o milho conforme solicitado pelo Brasil.

Da Redação 04/12/2002 – A Argentina voltou atrás e aceitou a redução da tarifa de importação do Mercosul para o milho conforme solicitado pelo Brasil. O Imposto de Importação do produto para países de fora da zona do Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai) caiu de 9,5% para 2% na última segunda-feira (2).

O vizinho brasileiro só aceitou reduzir a TEC (Tarifa Externa Comum) do Mercosul para o produto depois que o Brasil decidiu incluir o milho na lista de exceção. A lista de exceção permite que um país pratique tarifas diferentes das estabelecidas na TEC.

Caso o Brasil levasse adiante a idéia de incluir o milho na lista de exceção, a tarifa cairia para zero. No final do mês passado, os argentinos haviam negado a proposta brasileira de redução da TEC. Alegavam que havia milho no Mercosul para abastecer o mercado regional.

O Brasil, no entanto, decidiu reduzir a tarifa por meio da lista de exceção, pois não poderia importar o milho argentino, que é transgênico. O país não pode importar produtos agrícolas geneticamente modificados.

O Ministério da Agricultura defende a medida para combater especulações de preços. Segundo o ministro Marcus Pratini de Moraes (Agricultura), a recente alta de preços do produto é fruto de especulações de mercado.