Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,41 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,60 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,45 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 12,26 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 8,59 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 8,16 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 8,11 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 7,93 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 8,00 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 121,70 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 123,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 135,39 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 137,64 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 114,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 128,91 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,28 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.171,48 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.045,71 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 144,91 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 120,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 123,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 135,43 / cx

Fiscalização

Operação "Ossos do Ofício"apreende 50 ton. de produtos para alimentação animal

Fabricação de alimentação animal com medicamento exigirá autorização a partir de 28/11
imagem grãos

Em 10 de julho, a operação “Ossos do Ofício” autuou três estabelecimentos em Açailândia e Imperatriz, no Maranhão, por irregularidades no transporte, armazenamento e processamento de resíduos de abate clandestino de bovinos para alimentação animal.

Foram apreendidas 50 toneladas de produtos impróprios para alimentação animal, 12 toneladas de matérias-primas e 500 quilos de produtos veterinários irregulares. Além disso, mais de 21 toneladas de ossos foram destruídas.

Uma das empresas fabricava suplementos minerais e produtos terapêuticos para animais sem o devido registro e sem cumprir requisitos de segurança e qualidade, representando riscos à saúde animal e humana.

Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), os resíduos eram processados em locais sem higiene adequada, utilizando ossos de origem não comprovada e armazenados a céu aberto. O grupo também falsificava o selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF) e vendia os produtos em lojas agropecuárias e diretamente aos produtores rurais.

Os responsáveis foram levados à delegacia e poderão responder por crimes contra a saúde pública, falsificação de selo público, crimes tributários, de consumo e ambientais.